Carregando

Aguarde por gentileza.
Isso pode levar alguns minutos...

Fique por dentro

Há mais de 10 anos superando expectativas...

Solicite sua proposta

Café dos Síndicos aborda uso correto da rede de esgoto

Administração de Condomínios

A edição de junho do Café dos Síndicos e Conselheiros, promovido pelo Secovi Londrina, na última semana de junho, contou com a presença de representantes da Sanepar. Eles fizeram palestra com o tema “Fontes Alternativas de Abastecimento – Riscos e Destinação Adequada de Resíduos nas Redes de Tratamento de Água e Esgoto”. Os funcionários da companhia Antônio Carlos Ajarilla, Sérgio Luiz Medeiros, Sandra Delfino e Júlio César Caldas Santi esclareceram dúvidas dos síndicos presentes sobre monitoramente da qualidade da água superficial e subterrânea, fiscalização, riscos e controle em relação ao fornecimento de água e ao tratamento de esgoto.

Esgoto

Um dos principais alertas do encontro foi em relação ao uso inadequado da rede de esgoto por parte da população. Eles lembraram que a gordura utilizada nas cozinhas não deve chegar às Estações de Tratamento de Esgoto (ETEs), porque pode causar o entupimento do sistema, com o risco de poluir os rios.

Gordura

Os representantes da Sanepar reforçaram que a Lei Municipal 0515/2008 obriga a instalação de caixas de gordura nos imóveis sejam residenciais ou comerciais. Essas caixas têm a função de barrar a descida da gordura para as ETEs, mas precisam de limpeza periódica. “Os resíduos das caixas de gordura devem ir para o aterro sanitário e não para a rede de esgoto”, disse Sandra Delfino, gestora de Educação Socioambiental da Sanepar. “Se você joga óleo na tubulação o maior problema vai vir para você. Porque começa na sua rede”, alertou.

Destinação

Uma parceria entre Sanepar e Cáritas Arquidiocese Londrina permite que os moradores deem correta destinação para o óleo utilizado nas cozinhas. Dentro do programa Óleo Solidário, a população leva o resíduo até as paróquias da cidade (em garrafas PET ou recipientes de vidro) e a Sanepar faz o recolhimento e encaminha para a área de transbordo, localizada em Cambé. Ali, o material é recolhido por uma empresa que vende o produto a recicladores de óleo e repassa recursos financeiros à Cáritas, para o desenvolvimento de projetos sociais. Para obter mais informações sobre os pontos de coleta, entrar em contato com a Cáritas pelo fone (43) 3338-7252.

Outros resíduos

Os representantes da Sanepar alertaram sobre os riscos do descarte inadequado de resíduos sólidos e objetos na rede de esgoto, como absorventes, papel higiênico, cotonetes, entre outros. Eles relataram já terem encontrado até aparelhos de barbear e peças íntimas, que foram jogados nos vasos sanitários e chegaram até a tubulação. Tais atitudes causam o entupimento da rede, trazendo sérios danos ao sistema.

Síndicos

O tema do Café dos Síndicos agradou aos participantes. “Achei ótimo, pois esclareceu muitas dúvidas sobre a qualidade da água, o sistema de esgoto. Agora, por exemplo, vou procurar me informar sobre a caixa de gordura do nosso prédio”, disse José Carlos Saris, síndico do Edifício Jatobá.

“O Café foi muito produtivo. Tem coisas que parecem simples, mas a gente não sabe. Esclareceu diversos pontos”, afirmou Maria de Fátima Gatti, síndica do Edifício Marissol.

Fonte: Secovi sp 

Vídeo Institucional

- Condomínio Legal

  • Regra que permite apenas cães de pequeno porte é antiga, mal redigida e não funciona. Condomínios mais modernos costumam trazer um capítulo dedicado às normas de convivência com animais, que incluir regulamentação das formas de transporte e do uso de focinheira, por exemplo. O importante é oferecer segurança e sossego aos vizinhos.
  • Por causa da situação do mercado atual, quem optou por adquirir um apartamento em construção há três anos, não vai lucrar com a decisão, e pode acabar tendo a sensação de que perdeu dinheiro com o negócio. Uma solução é tentar renegociar com construtora.
  • Em São Paulo, moradores de um condomínio da Zona Sul foram vítimas de um arrastão. A ação durou cerca de 3 horas. Até crianças foram vítimas dos bandidos.
  • Festas nas áreas de churrasqueiras exigem prudência. Música alta pode gerar problemas até com a polícia e a necessidade de um boletim de ocorrência.
  • Casos de unidades habitacionais que reúnem muitas pessoas podem despertar disputas entre vizinhos. No entanto, não existe uma legislação específica para esse tema.
  • Se o assunto foi debatido entre os moradores e as regras internas foram alteradas da maneira correta, não existem impedimentos legais para que essa mudança aconteça.
  • Caso haja autorização das autoridades municipais, não é necessário que todos os condôminos compareçam ao encontro para autorizar a internação.
  • Pessoas que ocupam o comando do condomínio por décadas podem pensar que são os proprietários de todo esse espaço. Para mudar a situação, é necessário que exista uma participação efetiva de todos os condôminos.
  • Nem todos os síndicos permitem assembleias com todos os moradores para tratar dos assuntos com os moradores. Entretanto, é importante que esses pequenos grupos apresentem os resultados para os outros condôminos.
  • Mesmo se o proprietário tiver direito a um espaço muito grande, o morador não será autorizado a colocar mais veículos do que o permitido. É possível até mesmo convocar uma assembleia para discutir o tema.
  • É preciso analisar se a situação põe em risco o sossego, a saúde ou a segurança dos moradores.
  • É preciso ter paciência com a convivência em grupo. Entrar com uma ação nessas circunstâncias pode ser entendido como um ato de vingança e a chance de perder na Justiça é grande.
  • Aumento da circulação de pessoas e maior consumo de água e energia elétrica, por exemplo, são problemas gerados pelo uso comercial do imóvel. Síndico precisa atuar como um juiz para mediar os conflitos nessa situação.
  • Se prédio passar por reforma e aparelho estiver fora dos padrões, morador vai precisar arcar com despesas para se adequar às normas.
  • Casos de roubos se tornaram pontuais por conta dos investimentos na segurança particular. No entanto, o poder público nas cidades brasileiras não tem conseguido desenvolver políticas para conter a escalada de criminalidade.
  • A legislação e a falta de dinamismo entre os condôminos torna qualquer mudança de função de um local ainda mais difícil. Pequenas adaptações e obras simples podem ser decidias em assembleia e não por unanimidade.
  • Mesmo contratos de gaveta exigem que os compradores tenham atenção para não herdarem dívidas de outros proprietários. Contas muito antigas, no entanto, não podem ser cobradas do novo morador.
  • Por lei, todo condomínio precisa ter um sindico. Não dá para eliminar essa figura. No entanto, nada impede que eles criem um grupo gestor para trabalhar junto com o síndico.
  • É preciso ter bom senso. Bandeiras de partidos políticos e de clubes de futebol podem desfigurar a fachada do edifício. No entanto, é necessário ter tolerância em dias especiais para a política ou durante as rodadas dos campeonatos.
  • Em caso de problemas por conta das intervenções de apartamento ou casas ao lado, um laudo técnico evita litígio. Registros fotográficos e seguros também ajudam a manter a confiança nessa relação.
  • A cada mês de atraso, o comprador tem direito de receber indenização, como o valor equivalente a um aluguel, por exemplo. Caso negociação não seja amigável, o proprietário pode até processar a construtora por dano moral. O ideal é evitar ação judicial, mas é causa ganha. O importante é não desistir do imóvel. Cumpra sua parte do contrato.
  • Brigas para ocupar o cargo nos edifícios têm se acirrado, com situação e oposição usando até cartas anônimas. Artifício não favorece o diálogo, já que o interlocutor não divulga nem ao menos a sua identidade.
  • Geralmente, as revendedoras oferecem duas ou três opções de local para instalação dos geradores e os condomínios acabam optando pelo mais barato. O problema é que o aparelho é barulhento e pode acabar causando transtornos aos moradores. Nesses casos, o ideal é que seja construída uma 'casinhas' de isolamento acústico em torno do gerador ou janelas antirruído nos apartamentos mais baixos.
  • A melhor alternativa para resolver problemas com os vizinhos é apostar no diálogo. No entanto, nem sempre existe a vontade de ajudar. Há um tipo de medida judicial, chamada de ação de obrigação de fazer, que força essa cooperação.
  • Atrasar a taxa não tira o direito do proprietário. Por isso, não se pode impedir o dono de imóvel de alugá-lo por ele estar com o condomínio atrasado. Além disso, medida é um tiro no pé. Quando alguém aluga um apartamento, pode criar condições para que o proprietário quite os débitos.
  • É preciso verificar se a administradora que faliu levou junto o dinheiro do condomínio. No mínimo, o síndico precisa ouvir a opinião dos conselheiros, analisar pelo menos três orçamentos e marcar uma assembleia para ratificar a contratação de uma nova empresa.
  • Condomínio Legal esclarece que ela não pode ser impedida de participar ou de assinar a lista de presença, já que é proprietária de um imóvel e tem o direito de saber o que se passa no edifício. No entanto, a moradora realmente não pode votar. Quem a impede corre o risco de torná-la uma credora, porque ela pode entrar com uma ação indenizatória e ganhar.
  • Apesar de a convenção determinar que o valor não pode ultrapassar dois salários mínimos, o síndico passou o próprio honorário para quatro salários mínimos. Para dar uma aparente legalidade ao ato, ele registrou a ata no Cartório de Notas. Isso é correto? Marcio Rachkorsky esclarece que este tipo documento precisa ser registrado no Cartório de Registro de Títulos de Documentos. E completa: o síndico só pode aumentar a própria remuneração se houver uma pauta específica sobre este assunto na assembleia do condomínio. Se ele tiver reajustado o valor sem o tema estar na pauta, o aumento não é válido e terá de ser rediscutido.
  • Casos de moradores que querem assediar funcionários são recorrentes e o síndico precisa ser rigoroso. O condomínio precisa apoiar e ficar do lado da vítima.
  • Se o prédio votou regra contra música alta em ambientes abertos, medida é legal. Num domingo de festa com música alta, só a família que dá a festa se diverte. Os outros moradores não aproveitam nada.

ASSINE NOSSA NEWSLETTER