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Condomínio faz campanha para economizar água na Serra, ES

Administração de Condomínios

Medida foi tomada após Cesan precisar suspender o abastecimento do local. Racionamento de água pode chegar na Grande Vitória.

Um condomínio na Serra, na Grande Vitória, iniciou em agosto um sistema de racionamento de água, após o consumo subir tanto ao ponto de a Companhia Espírito Santense de Saneamento (Cesan) cortar o abastecimento do local. Com isso, os moradores já conseguiram uma economia de R$ 2 mil e pretendem reduzir mais o consumo.

No condomínio vivem mais de 1,5 mil pessoas. O síndico Moisés Santos contou que, em 2015, uma medida simples havia ajudado na economia de água no local. Parte dos moradores colocou uma garrafa PET de 2 litros d’água nas caixas de descarga dos banheiros dos apartamentos.
 
“Com essa medida, a conta de água diminuiu cerca de R$ 4 mil. Só que depois voltaram a gastar de novo”, contou o síndico.
O consumo foi tão alto, que o abastecimento foi suspenso. Durante quatro dias o condomínio foi abastecido por carros-pipa, e a administração do condomínio teve de negociar com a Cesan para voltar a ter acesso a água.
 
Mudanças
Depois desse episódio, os moradores decidiram mudar de atitude para economizar água. O síndico explicou que a primeira medida foi a conscientização. Os funcionários do condomínio passaram a fiscalizar e orientar os moradores quando utilizam a água de uso comum.
“A gente orienta a questão da lavagem de carros, não deixar as torneiras abertas. Depois que a gente começou a conversar com eles, diminuiu um pouco esse desperdício”, contou o funcionário responsável pela ronda, Saulo Lopes.
Além da conscientização, as torneiras das áreas como as churrasqueiras, foram trancadas com cadeados. Elas só são liberadas quando as áreas estão sendo utilizadas.
 
Racionamento
Além das medidas mais simples, os moradores decidiram, em assembleia, iniciar um racionamento de água no mês de agosto. O abastecimento é interrompido duas vezes ao dia, de 1h às 10h e das 14h às 18h.
 
“É um período que não tem água indo para as torres do condomínio. A partir do momento que nós fechamos as cisternas, o abastecimento das torres fica completamente interrompido”.
A economia já gerou resultado logo na primeira conta, uma queda de quase R$ 2 mil. O síndico disse que a redução só não foi maior porque 30 apartamentos foram ocupados recentemente.
 
Crise hídrica
A mudança de comportamento é necessária porque o nível dos rios que abastecem a Grande Vitória estão cada vez mais baixos. Sem as chuvas esperadas nos último três anos, o rio Santa Maria da Vitória está com apenas 30% da vazão esperada para essa época do ano.
No rio Jucu a situação é ainda mais crítica, o volume de água hoje corresponde a 25% do total esperado.
De acordo com o diretor de engenharia e meio ambiente da Cesan, Amadeu Wetler, o racionamento não está descartado, mas se o consumo for reduzido, ele não será necessário.
“Nesse momento eu diria que é fundamental que os consumidores, indústrias, comércio e residências reduzam o consumo de água para que não tenhamos racionamento”, disse Wetler.
 
Fonte: G1 

Vídeo Institucional

- Condomínio Legal

  • Infelizmente não é obrigatório. Para os prédios novos, ideal é que construtoras já entregassem com gerador. Nos prédios antigos, para instalar, é bem caro. É um conforto importante que deveria ser priorizado.
  • Dinheiro poupado tem como destino as emergências. Nesse caso, o síndico pode usar a verba quando precisar e depois comunicar aos moradores. Compras de equipamentos para a academia, por exemplo, precisam ser aprovadas antes pelos condôminos.
  • Seguro residencial ajuda a diminuir o prejuízo em casos como este. Condomínio precisa também investir em tecnologia.
  • Solução mais simples é alguém que gosta muito do cãozinho adotá-lo. Deixar ele na área comum não está certo. Se incomodar alguém, o síndico, infelizmente, precisa tirá-lo de lá.
  • Ideal é que o grupo seja usado como uma ferramenta de gestão e apenas para questões emergenciais. Não pode abrir espaço para fofocas e ataques pessoais. Dúvidas, ideias ou reclamações não-emergenciais precisam de um outro canal.
  • Quem faz isso atrapalha os vizinhos, que não conseguem marcar festas, e também prejudica as contas do condomínio, já que o cancelamento normalmente é de graça.
  • É preciso pagar o dobro sim. Cada imóvel tem uma matrícula. Quando se ocupa dois terrenos juntos, há duas matrículas e é preciso, sim, pagar dois boletos de condomínio.
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  • Isso encarece demais o condomínio. Alguns interpretam a lei e consideram que um professor de educação física também é necessário nas academias. Regra é em prol da segurança, mas não podemos esquecer que a academia do prédio é extensão da nossa casa e não é um clube.
  • A porta de correr que divide a varanda da sala tem sido um item desprezado por novos moradores, que preferem a sacada envidraçada e integrada ao restante do apartamento. Em alguns imóveis, porém, a retirada é proibida.
  • O Estatuto do Idoso se aplica em conjunto com a convenção do prédio. Geralmente, cada um deles têm uma regra específica sobre quando se aplica a prioridade em sorteios. Mas, nesses casos, vale priorizar o bom senso.
  • Hoje em dia construtoras fazem prédios enormes com portarias pequenas. Com isso os funcionários ficam sobrecarregados. Ter um sistema para avisá-los pode facilitar o trabalho.
  • Cada condomínio tem suas regras para os murais de comunicação, mas ao afixar comunicados aos condôminos, síndicos devem ter cuidado ao expressar as orientações. É importante transmitir com objetividade, e se atentar para opiniões pessoais que podem ser consideradas ofensivas. Em avisos de inadimplência, por exemplo, é fundamental não expor a identidade de devedores.
  • Serviços podem ser prestados dentro do condomínio sem problemas, mas atender gente de fora não deve ser permitido. Entra e sai de visitantes gasta água, energia dos elevadores e ainda fragiliza segurança.
  • Gasto com mão de obra pode representar até 70% das despesas do prédio, por isso, muitos acabam demitindo funcionários. Medida é legal, mas o assunto precisa ser discutido com os moradores, porque não é só uma questão de dinheiro, mas também de segurança.
  • A administração do prédio fica obrigada a resolver o problema apenas quando ele acontece na prumada central do edifício. Se for nos ramais internos, ou seja, entre apartamentos, a solução deve ser dada pelo morador.
  • Na maioria dos casos de furto e roubo em condomínios, os bandidos entram pela porta da frente, usando informações prévias sobre o alvo. Não adianta investir em equipamentos de segurança se o porteiro não for bem treinado e o morador não cumprir as normas do prédio.
  • STF decidiu que bem único de fiador não pode ser penhorável por se tratar de patrimônio de família. Parecer é ruim para locatários porque abre brecha para que inadimplência do inquilino não seja ressarcida.
  • Ás vezes ocorre o uso nocivo da propriedade, quando alguém é coproprietário e utiliza mais o condomínio que os outros. Basta que o síndico notifique e, se for o caso, multe o condômino que está incorrendo no erro.
  • Na semana passada, a Câmara dos Deputados aprovou um texto sobre o assunto, que ainda precisa passar pelo Senado. Caso ela seja aprovada, a multa em caso de distrato pode chegar a 50% do valor pago pelos consumidores às incorporadoras.
  • A pessoa tem exatamente os mesmos direitos do que o dono, só não pode votar. Se quiser, pode pedir uma procuração ao proprietário para poder votar também.
  • Projeto piloto do Sindicato de Habitação do Rio foi batizado de ‘Luz Azul’. Câmeras de segurança serão implementadas fachadas de prédios no Centro do cidade. As imagens poderão ser compartilhadas em tempo real com o batalhão e a delegacia policial da área.
  • Se a taxa cobrada for pequena, não há problema na cobrança. Mas se a festa for grande, precisa ser aprovada em assembleia.
  • Não é justo cobrar mais de quem precisa usar o elevador, porque não há essa cobrança de quem usa mais outras instalações como a piscina ou a sauna, por exemplo. De qualquer forma, medida precisa ser aprovada em convenção.
  • O ideal é que o condomínio monte uma sala para acomodar essas pessoas. Não é permitida a presença desses profissionais na portaria do prédio e no hall de entrada. Esses espaços são áreas de passagem.
  • Ocupação do espaço deve priorizar a integração entre moradores. Em caso de hóspedes ou vizinhos de outros locais interessados no uso da dependência, autorização deve ser ponderada para não prejudicar normas.
  • O órgão conversa com o síndico e nomeia um assistente social para monitorar o jovem que apresenta desvios de comportamento. Dependendo da gravidade, caso pode até ser levado para a vara da infância.
  • O corte de árvores sem aval do governo constitui crime ambiental. Caso o protocolo junto à Prefeitura demore a ser oficializado, os síndicos podem recorrer ao Judiciário para obter uma liminar que permita a poda.
  • Tem gente que acha que do portão para dentro não tem lei. Se houver crime em flagrante, como menor no volante, síndico deve multar e chamar a polícia.
  • Além disso, essas intervenções são importantes para o cumprimento de leis. Neste caso, essas obras podem ser aprovadas por maioria simples.

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