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Condomínios conseguem descontos na conta de luz com projeto de reciclagem.

Administração de Condomínios

Além de gerar economia nas contas residenciais, a Ampla expandiu o projeto para os condomínios. Ao todo, são 14 blocos atendidos em Niterói. A coleta é feita no próprio endereço e o desconto vai para a conta coletiva, que concentra gastos de luzes das áreas em comum nos prédios, como playground e corredores.

Mirtes Pereira troca resíduos por bônus na conta de luz desde 2009. Até hoje, a pedagoga já conseguiu arrecadar cerca de 2,5 toneladas de lixo reciclável apenas separando os resíduos de sua casa. Em 2012, porém, Mirtes expandiu o Ecoampla para todo o condomínio onde mora, do qual é síndica, em Icaraí.

Desde então, os moradores do prédio já coletaram 22 toneladas de resíduos, o que resultou em cerca de R$ 3.800 de descontos na conta de luz comum do condomínio. As lixeiras foram instaladas nos corredores e, ao fim de cada mês, os resíduos são coletados.

“Em média, recolhemos 350 quilos de resíduos mensalmente aqui no condomínio. É uma diferença grande na hora de pagar as contas. Conseguimos cerca de R$ 74 de desconto na conta do prédio por mês”, comemora Mirtes. Já o cliente Charles Peçanha, morador de Niterói, leva materiais diariamente aos postos. Por mês, ele gera uma economia de, no mínimo, 90%. “Eu costumo zerar porque recolho muitos recicláveis, eu guardo tudo que eu posso trocar. Minha conta vinha perto de R$ 100, mas agora quando eu pago R$ 10 é muito”, comemora.

O responsável por Eficiência Energética da Ampla Odailton Arruda, explica que a companhia quer alcançar R$ 1 bilhão em descontos oferecidos pelo programa. “Estamos ajudando a construir uma sociedade mais sustentável, já que todos os resíduos são encaminhados para a reciclagem de forma correta. Além disso, o
projeto exerce sua função social, ao encaminhar os produtos a uma ONG e na medida em que possibilita que o cliente pague a sua conta de luz com os bônus concedidos com os resíduos, ajudando o consumidor a adequar o valor da conta ao orçamento familiar”, concluiu o porta-voz da empresa.

Como se cadastrar nos programas

Para ter os descontos, os clientes da Light e da Ampla devem ir a um posto de troca com documentos de identificação para efetuar o cadastro. Será feito um cartão com a identificação das doações e o crédito ocorrerá automaticamente da conta de luz. O saldo restante ficará armazenado no cartão para os próximos
meses. As companhias pedem, entretanto, que os materiais sejam lavados e levados de forma organizada, ou seja, separados por tipo. O óleo de cozinha pode ser entregue dentro de uma garrafa pet.

Fonte: O dia

Vídeo Institucional

- Condomínio Legal

  • Se a taxa cobrada for pequena, não há problema na cobrança. Mas se a festa for grande, precisa ser aprovada em assembleia.
  • Não é justo cobrar mais de quem precisa usar o elevador, porque não há essa cobrança de quem usa mais outras instalações como a piscina ou a sauna, por exemplo. De qualquer forma, medida precisa ser aprovada em convenção.
  • O ideal é que o condomínio monte uma sala para acomodar essas pessoas. Não é permitida a presença desses profissionais na portaria do prédio e no hall de entrada. Esses espaços são áreas de passagem.
  • Ocupação do espaço deve priorizar a integração entre moradores. Em caso de hóspedes ou vizinhos de outros locais interessados no uso da dependência, autorização deve ser ponderada para não prejudicar normas.
  • O órgão conversa com o síndico e nomeia um assistente social para monitorar o jovem que apresenta desvios de comportamento. Dependendo da gravidade, caso pode até ser levado para a vara da infância.
  • O corte de árvores sem aval do governo constitui crime ambiental. Caso o protocolo junto à Prefeitura demore a ser oficializado, os síndicos podem recorrer ao Judiciário para obter uma liminar que permita a poda.
  • Tem gente que acha que do portão para dentro não tem lei. Se houver crime em flagrante, como menor no volante, síndico deve multar e chamar a polícia.
  • Além disso, essas intervenções são importantes para o cumprimento de leis. Neste caso, essas obras podem ser aprovadas por maioria simples.
  • Se a pessoa em questão ficar mais do que apenas algumas horas em um apartamento, sim. O visitante já não tem esse direito.
  • A utilização desse meio pode fragilizar a segurança dos condomínios e provocar acidentes. Neste caso, o síndico pode proibir. A solução seria alugar a vaga para um vizinho.
  • O engenheiro é obrigado a apresentar algumas informações sobre as intervenções em imóveis. Entre elas, o prazo de início e fim. Se os horários estiverem sendo respeitados, o jeito é torcer para acabar logo.
  • Se não houver estrutura adequada, a prática deve ser proibida, porque a fumaça pode incomodar os vizinhos. Para não se indispor com os moradores, o síndico pode pedir para a administradora do condomínio avisar aos que desrespeitarem a norma.
  • Falta bom senso às vezes de compreender que prédio residencial não é clube.
  • Objetivo é prevenir acidentes com anúncio sonoro e visual. Condomínios têm seis meses para se adaptar. Custo médio do equipamento é de R$ 900.
  • Não adianta o condomínio investir em segurança se os próprios condôminos não respeitam condutas básicas. Uma possível solução para esses problemas é punir os moradores com multas pagas em dinheiro.
  • É esse laudo que atesta que o condomínio está prevenido para qualquer acidente. Antes de dar entrada no documento, síndico deve se programar e pode até contratar engenheiro de segurança para ajudar no levantamento de obras necessárias.
  • Condomínio deve, num primeiro momento, mandar uma advertência. Caso o morador não mude de atitude, ele pode ser multado. Se infestação de pombos estiver muito avançada, o prédio deve contratar uma empresa especializada no combate aos animais.
  • Em 2018, é preciso exercitar a gentileza no trato com o vizinho, consciência em cumprir os deveres do dia a dia e tolerância para lidar com os problemas.
  • Maior uso da tecnologia para criar canais oficiais entre prédios e moradores também foi um fator positivo em 2017. Por outro lado, vizinhos passaram a criar pequenos grupos em aplicativos de mensagem para criticar a administração. Isso é ruim porque, muitas vezes, o síndico acaba sendo o último a saber dos problemas.
  • Se o imóvel estiver ocupado há mais de cinco anos, sem que haja reclamação do dono no papel e com o pagamento de contas, a regra se aplica.
  • Regra que permite apenas cães de pequeno porte é antiga, mal redigida e não funciona. Condomínios mais modernos costumam trazer um capítulo dedicado às normas de convivência com animais, que incluir regulamentação das formas de transporte e do uso de focinheira, por exemplo. O importante é oferecer segurança e sossego aos vizinhos.
  • Por causa da situação do mercado atual, quem optou por adquirir um apartamento em construção há três anos, não vai lucrar com a decisão, e pode acabar tendo a sensação de que perdeu dinheiro com o negócio. Uma solução é tentar renegociar com construtora.
  • Em São Paulo, moradores de um condomínio da Zona Sul foram vítimas de um arrastão. A ação durou cerca de 3 horas. Até crianças foram vítimas dos bandidos.
  • Festas nas áreas de churrasqueiras exigem prudência. Música alta pode gerar problemas até com a polícia e a necessidade de um boletim de ocorrência.
  • Casos de unidades habitacionais que reúnem muitas pessoas podem despertar disputas entre vizinhos. No entanto, não existe uma legislação específica para esse tema.
  • Se o assunto foi debatido entre os moradores e as regras internas foram alteradas da maneira correta, não existem impedimentos legais para que essa mudança aconteça.
  • Caso haja autorização das autoridades municipais, não é necessário que todos os condôminos compareçam ao encontro para autorizar a internação.
  • Pessoas que ocupam o comando do condomínio por décadas podem pensar que são os proprietários de todo esse espaço. Para mudar a situação, é necessário que exista uma participação efetiva de todos os condôminos.
  • Nem todos os síndicos permitem assembleias com todos os moradores para tratar dos assuntos com os moradores. Entretanto, é importante que esses pequenos grupos apresentem os resultados para os outros condôminos.
  • Mesmo se o proprietário tiver direito a um espaço muito grande, o morador não será autorizado a colocar mais veículos do que o permitido. É possível até mesmo convocar uma assembleia para discutir o tema.

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