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Corrupção em condomínios

Administração de Condomínios

Isto acontece devido a sua ausência, pois sem fiscalização o meliante se apropria do seu dinheiro

O Síndico é o personagem principal deste esquema criminoso, mas delito desta natureza não se pratica sozinho. Ele precisa de sua permissão, é você que facilita as irregularidades que acontece em seu condomínio. Sim, é você e não o outro.

A sua fiscalização na administração vai diminuir em muito as ações ilegais, e como resultado vai aparecer mais serviços e consequentemente o valor da taxa de condomínio vai diminuir. 
 
Estamos acostumados a reclamar que a corrupção não acaba, que ela é cultural. Não acredito nisso, o que existe é uma cultura da preguiça em observar as normas e participar das assembleias ordinárias e extraordinárias quando formos convocados.
 
Este tipo de criminoso não pratica sozinho, precisa de ajudantes, geralmente são os que defendem a administração toda vez que você faz qualquer crítica mais contundente. Cuidado, pois eles (es/as) estão de alguma maneira tirando vantagens diretas ou indiretas.
 
Caso você não saiba, em qualquer momento, proprietário, ou inquilino com procuração adequado do proprietário do imóvel alugado, pode solicitar documentos na administração do seu condomínio.
 
Ler a Convenção e o Regimento Interno do seu condomínio, é o primeiro passo para acabar com sua alienação às normas internas do lugar onde você vive.
 
Exigir transparência com site criado para atender as necessidades do condomínio, é outro ponto necessário para acabar com a “invisibilidade” que possa atacar seu dinheiro.
 
Nele, deve constar todos os contratos que o condomínio tenha e seus devidos fornecedores. Identificação de todos os moradores, prestações de contas com documentos em PDF, balancetes mensais, identificação com fotos de funcionários internos, cópias da Convenção e do Regimento Interno, identificação das garagens por apartamento, cópias de Atas de assembleias anteriores, previsão orçamentária anual, relação de todos os fornecedores/prestadores de serviços, entre outros. Esse portal da transparência é outro passo para evitar transtornos futuro.
 
Acordos mafiosos podem ocorrer nos contratos de compras de mercadorias, equipamentos e serviços. As notas podem vir superfaturadas, com produtos entregues pela metade, ou mesmo inexistentes. Minimizar estas falcatruas é a meta e, escolher certo o nosso representante é o objetivo final.
 
O representante deve ser pessoa ilibada, proba e os tempos atuais pede como no serviço público, a Ficha Limpa. Aquele candidato que não tenha cometido nenhum crime contra o erário coletivo, que apresente no período eleitoral certidões negativas que comprove sua honestidade. Eleger pessoas condenadas é se arrepender depois, aguentando possíveis roubos durante o mandato.
 
Planilhas de Excel, PowerPoint bem trabalhadas e com orador eloquente, leva ao delírio qualquer plateia. Exigir a prestação de contas para simples conferência tem que ser um ato continuo se tivermos dúvidas sobre algo.
 
Ter uma administração mais técnica e menos política, é um outro olhar sobre como administrar um condomínio e pressupõe um Síndico Profissional. Um trabalhador com gabarito para tal função, que seja contratado para exercer por tempo indeterminado dentro do condomínio, mas reavaliado de tempos em tempos e fiscalizado por um Conselho eleito para isso.
 
Sua presença vai com certeza diminuir as batalhas dos subgrupos existentes, fazendo com que se exerça o que mais se deve ter em um condomínio paz entre os vizinhos.  
 
O síndico morador/condômino geralmente pertence a alguma facção/grupo do condomínio, pode ter interesses particulares, em detrimento do coletivo, tende a favorecer seu grupo de apoio, e acaba sendo uma administração mais política e menos técnica. 
 
Por último, desfavorece a maioria dos moradores que não aparece em assembleia, por saber da partidarização da administração.
 
Fonte: Síndico news 

Vídeo Institucional

- Condomínio Legal

  • Em condomínios com piscinas geladas, é difícil definir se a obra para aquecer seria voluptuária (com necessidade de 2/3 para para aprovação), útil (necessidade de 50% mais um voto) ou necessária (que se aprova com maioria simples dos presentes). A obra valorizaria o apartamento e levaria benefícios aos condôminos.
  • Isso encarece demais o condomínio. Alguns interpretam a lei e consideram que um professor de educação física também é necessário nas academias. Regra é em prol da segurança, mas não podemos esquecer que a academia do prédio é extensão da nossa casa e não é um clube.
  • A porta de correr que divide a varanda da sala tem sido um item desprezado por novos moradores, que preferem a sacada envidraçada e integrada ao restante do apartamento. Em alguns imóveis, porém, a retirada é proibida.
  • O Estatuto do Idoso se aplica em conjunto com a convenção do prédio. Geralmente, cada um deles têm uma regra específica sobre quando se aplica a prioridade em sorteios. Mas, nesses casos, vale priorizar o bom senso.
  • Hoje em dia construtoras fazem prédios enormes com portarias pequenas. Com isso os funcionários ficam sobrecarregados. Ter um sistema para avisá-los pode facilitar o trabalho.
  • Cada condomínio tem suas regras para os murais de comunicação, mas ao afixar comunicados aos condôminos, síndicos devem ter cuidado ao expressar as orientações. É importante transmitir com objetividade, e se atentar para opiniões pessoais que podem ser consideradas ofensivas. Em avisos de inadimplência, por exemplo, é fundamental não expor a identidade de devedores.
  • Serviços podem ser prestados dentro do condomínio sem problemas, mas atender gente de fora não deve ser permitido. Entra e sai de visitantes gasta água, energia dos elevadores e ainda fragiliza segurança.
  • Gasto com mão de obra pode representar até 70% das despesas do prédio, por isso, muitos acabam demitindo funcionários. Medida é legal, mas o assunto precisa ser discutido com os moradores, porque não é só uma questão de dinheiro, mas também de segurança.
  • A administração do prédio fica obrigada a resolver o problema apenas quando ele acontece na prumada central do edifício. Se for nos ramais internos, ou seja, entre apartamentos, a solução deve ser dada pelo morador.
  • Na maioria dos casos de furto e roubo em condomínios, os bandidos entram pela porta da frente, usando informações prévias sobre o alvo. Não adianta investir em equipamentos de segurança se o porteiro não for bem treinado e o morador não cumprir as normas do prédio.
  • STF decidiu que bem único de fiador não pode ser penhorável por se tratar de patrimônio de família. Parecer é ruim para locatários porque abre brecha para que inadimplência do inquilino não seja ressarcida.
  • Ás vezes ocorre o uso nocivo da propriedade, quando alguém é coproprietário e utiliza mais o condomínio que os outros. Basta que o síndico notifique e, se for o caso, multe o condômino que está incorrendo no erro.
  • Na semana passada, a Câmara dos Deputados aprovou um texto sobre o assunto, que ainda precisa passar pelo Senado. Caso ela seja aprovada, a multa em caso de distrato pode chegar a 50% do valor pago pelos consumidores às incorporadoras.
  • A pessoa tem exatamente os mesmos direitos do que o dono, só não pode votar. Se quiser, pode pedir uma procuração ao proprietário para poder votar também.
  • Projeto piloto do Sindicato de Habitação do Rio foi batizado de ‘Luz Azul’. Câmeras de segurança serão implementadas fachadas de prédios no Centro do cidade. As imagens poderão ser compartilhadas em tempo real com o batalhão e a delegacia policial da área.
  • Se a taxa cobrada for pequena, não há problema na cobrança. Mas se a festa for grande, precisa ser aprovada em assembleia.
  • Não é justo cobrar mais de quem precisa usar o elevador, porque não há essa cobrança de quem usa mais outras instalações como a piscina ou a sauna, por exemplo. De qualquer forma, medida precisa ser aprovada em convenção.
  • O ideal é que o condomínio monte uma sala para acomodar essas pessoas. Não é permitida a presença desses profissionais na portaria do prédio e no hall de entrada. Esses espaços são áreas de passagem.
  • Ocupação do espaço deve priorizar a integração entre moradores. Em caso de hóspedes ou vizinhos de outros locais interessados no uso da dependência, autorização deve ser ponderada para não prejudicar normas.
  • O órgão conversa com o síndico e nomeia um assistente social para monitorar o jovem que apresenta desvios de comportamento. Dependendo da gravidade, caso pode até ser levado para a vara da infância.
  • O corte de árvores sem aval do governo constitui crime ambiental. Caso o protocolo junto à Prefeitura demore a ser oficializado, os síndicos podem recorrer ao Judiciário para obter uma liminar que permita a poda.
  • Tem gente que acha que do portão para dentro não tem lei. Se houver crime em flagrante, como menor no volante, síndico deve multar e chamar a polícia.
  • Além disso, essas intervenções são importantes para o cumprimento de leis. Neste caso, essas obras podem ser aprovadas por maioria simples.
  • Se a pessoa em questão ficar mais do que apenas algumas horas em um apartamento, sim. O visitante já não tem esse direito.
  • A utilização desse meio pode fragilizar a segurança dos condomínios e provocar acidentes. Neste caso, o síndico pode proibir. A solução seria alugar a vaga para um vizinho.
  • O engenheiro é obrigado a apresentar algumas informações sobre as intervenções em imóveis. Entre elas, o prazo de início e fim. Se os horários estiverem sendo respeitados, o jeito é torcer para acabar logo.
  • Se não houver estrutura adequada, a prática deve ser proibida, porque a fumaça pode incomodar os vizinhos. Para não se indispor com os moradores, o síndico pode pedir para a administradora do condomínio avisar aos que desrespeitarem a norma.
  • Falta bom senso às vezes de compreender que prédio residencial não é clube.
  • Objetivo é prevenir acidentes com anúncio sonoro e visual. Condomínios têm seis meses para se adaptar. Custo médio do equipamento é de R$ 900.
  • Não adianta o condomínio investir em segurança se os próprios condôminos não respeitam condutas básicas. Uma possível solução para esses problemas é punir os moradores com multas pagas em dinheiro.

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