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Criminosos fingem ser moradores para furtar bicicletas de prédios

Administração de Condomínios

Criminosos têm usado diversas estratégias para conseguir furtar bicicletas na Grande Vitória. Em alguns casos, a audácia é tão grande que ele se passam por moradores de prédio e condomínios para conseguir levar o que querem. No bicicletário de uma rua comercial, 15 bicicletas protegidas com cadeados foram furtadas nos últimos dois meses. A Polícia Civil frisou que é importante registrar o boletim de ocorrência em todos os casos.

Nos prédios e condomínios, os criminosos agem geralmente assim: eles esperam um morador entrar ou sair do prédio para poder adentrarem no local. Dentro, fingem que são moradores ou visitantes e pegam a bicicleta. Isso vem acontecendo, inclusive, em prédios com porteiros.
Em locais com câmeras de segurança, esses furtos normalmente são filmados, o que facilita o trabalho da polícia na hora de deter suspeitos.

Uma das gravações divulgadas pela polícia mostra um homem de blusa branca observando um prédio por algum tempo, mas desiste de tentar entrar e sai. Quando passa por um outro prédio, observa moradores saindo, e aproveita a oportunidade para entrar. No vídeo é possível ver que ele não é impedido em nenhum momento, vai até a garagem e sai levando uma bicicleta.

Outro vídeo mostra um homem também entrando em um prédio aproveitando a entrada de moradores. Ele vai direto para a garagem, mas encontra o bicicletário trancado. Sem desistir, ele vai para a recepção, senta, espera, conversa com uma mulher, inventa uma desculpa e consegue a chave com o porteiro. Vai até o bicicletário e furta uma bicicleta.

Os dois casos ocorreram em edifícios na Praia do Canto, em Vitória. Segundo a Polícia Civil, o suspeito é o mesmo homem, que mudou apenas o corte de cabelo entre um crime e outro.

"Obviamente, nós o identificamos pelo modus operandi, ou seja, o modo de andar, de agir, o tênis que calçava. Então percebemos que se tratava da mesma pessoa. Ele atua de maneira dissimulada, sempre bem vestido, e consegue entrar nos condomínios de vacilos, de algumas oportunidades", explicou a delegada Cláudia Dematté.

A delegada ainda explicou que os porteiros devem desconfiar sempre. "É muito importante que os porteiros só deixem as pessoas entrarem após identificação. Se for caso de visita, que se verifique com o morador se essa pessoa está indo para o referido apartamento. E se ela tiver entrando junto com outro morador, não é indelicadeza perguntar à pessoa 'você está com o morador?', para se certificar", disse.

Além de crimes em edifícios e condomínios, a polícia informou que são comuns os furtos nas ruas. Na Praia de Itaparica, em Vila Velha, 15 veículos foram levados de um bicicletário que fica na Avenida João Mendes, nos últimos dois meses. Em um mesmo dia ocorreram dois furtos, em menos de duas horas.

"A facilidade que eles tem para roubar é absurda. Eles chegam e em questão de cinco segundos já estão levando a bike. Estamos fazendo um ofício, junto com outros comerciantes da região, e vamos entregar à 3ª Companhia [da Polícia Militar] para pedir um suporte da polícia, que sempre nos apoiou, e ver se eles conseguem atender nossa solicitação", disse Wagner Dassie, coordenador de uma academia que ficam em frente ao bicicletário.

Receptação de material roubado
A delegada Cláudia Dematté informou que assim como é possível descobrir os criminosos que furtam, os receptadores também podem ser descobertos.

"Isso é um alerta que damos, quem furta a bicicleta, vai responder pelo crime de furto, e se tem o furto, é porque tem gente para comprar aquele produto. Então quem adquirir um produto que é fruto de um furto responde pelo crime de receptação, que tem o crime equivalente ao do furto, de até quatro anos", falou.

Se o receptador for um comerciante que está encomendando essas bicicletas furtadas, vai responder pelo crime de receptação qualificada, que tem uma pena de até oito anos. "A pessoa tem que comprar um produto de procedência e se certificar de que não é um produto de crime", disse a delegada.

Fonte: G1

Vídeo Institucional

- Condomínio Legal

  • Regra que permite apenas cães de pequeno porte é antiga, mal redigida e não funciona. Condomínios mais modernos costumam trazer um capítulo dedicado às normas de convivência com animais, que incluir regulamentação das formas de transporte e do uso de focinheira, por exemplo. O importante é oferecer segurança e sossego aos vizinhos.
  • Por causa da situação do mercado atual, quem optou por adquirir um apartamento em construção há três anos, não vai lucrar com a decisão, e pode acabar tendo a sensação de que perdeu dinheiro com o negócio. Uma solução é tentar renegociar com construtora.
  • Em São Paulo, moradores de um condomínio da Zona Sul foram vítimas de um arrastão. A ação durou cerca de 3 horas. Até crianças foram vítimas dos bandidos.
  • Festas nas áreas de churrasqueiras exigem prudência. Música alta pode gerar problemas até com a polícia e a necessidade de um boletim de ocorrência.
  • Casos de unidades habitacionais que reúnem muitas pessoas podem despertar disputas entre vizinhos. No entanto, não existe uma legislação específica para esse tema.
  • Se o assunto foi debatido entre os moradores e as regras internas foram alteradas da maneira correta, não existem impedimentos legais para que essa mudança aconteça.
  • Caso haja autorização das autoridades municipais, não é necessário que todos os condôminos compareçam ao encontro para autorizar a internação.
  • Pessoas que ocupam o comando do condomínio por décadas podem pensar que são os proprietários de todo esse espaço. Para mudar a situação, é necessário que exista uma participação efetiva de todos os condôminos.
  • Nem todos os síndicos permitem assembleias com todos os moradores para tratar dos assuntos com os moradores. Entretanto, é importante que esses pequenos grupos apresentem os resultados para os outros condôminos.
  • Mesmo se o proprietário tiver direito a um espaço muito grande, o morador não será autorizado a colocar mais veículos do que o permitido. É possível até mesmo convocar uma assembleia para discutir o tema.
  • É preciso analisar se a situação põe em risco o sossego, a saúde ou a segurança dos moradores.
  • É preciso ter paciência com a convivência em grupo. Entrar com uma ação nessas circunstâncias pode ser entendido como um ato de vingança e a chance de perder na Justiça é grande.
  • Aumento da circulação de pessoas e maior consumo de água e energia elétrica, por exemplo, são problemas gerados pelo uso comercial do imóvel. Síndico precisa atuar como um juiz para mediar os conflitos nessa situação.
  • Se prédio passar por reforma e aparelho estiver fora dos padrões, morador vai precisar arcar com despesas para se adequar às normas.
  • Casos de roubos se tornaram pontuais por conta dos investimentos na segurança particular. No entanto, o poder público nas cidades brasileiras não tem conseguido desenvolver políticas para conter a escalada de criminalidade.
  • A legislação e a falta de dinamismo entre os condôminos torna qualquer mudança de função de um local ainda mais difícil. Pequenas adaptações e obras simples podem ser decidias em assembleia e não por unanimidade.
  • Mesmo contratos de gaveta exigem que os compradores tenham atenção para não herdarem dívidas de outros proprietários. Contas muito antigas, no entanto, não podem ser cobradas do novo morador.
  • Por lei, todo condomínio precisa ter um sindico. Não dá para eliminar essa figura. No entanto, nada impede que eles criem um grupo gestor para trabalhar junto com o síndico.
  • É preciso ter bom senso. Bandeiras de partidos políticos e de clubes de futebol podem desfigurar a fachada do edifício. No entanto, é necessário ter tolerância em dias especiais para a política ou durante as rodadas dos campeonatos.
  • Em caso de problemas por conta das intervenções de apartamento ou casas ao lado, um laudo técnico evita litígio. Registros fotográficos e seguros também ajudam a manter a confiança nessa relação.
  • A cada mês de atraso, o comprador tem direito de receber indenização, como o valor equivalente a um aluguel, por exemplo. Caso negociação não seja amigável, o proprietário pode até processar a construtora por dano moral. O ideal é evitar ação judicial, mas é causa ganha. O importante é não desistir do imóvel. Cumpra sua parte do contrato.
  • Brigas para ocupar o cargo nos edifícios têm se acirrado, com situação e oposição usando até cartas anônimas. Artifício não favorece o diálogo, já que o interlocutor não divulga nem ao menos a sua identidade.
  • Geralmente, as revendedoras oferecem duas ou três opções de local para instalação dos geradores e os condomínios acabam optando pelo mais barato. O problema é que o aparelho é barulhento e pode acabar causando transtornos aos moradores. Nesses casos, o ideal é que seja construída uma 'casinhas' de isolamento acústico em torno do gerador ou janelas antirruído nos apartamentos mais baixos.
  • A melhor alternativa para resolver problemas com os vizinhos é apostar no diálogo. No entanto, nem sempre existe a vontade de ajudar. Há um tipo de medida judicial, chamada de ação de obrigação de fazer, que força essa cooperação.
  • Atrasar a taxa não tira o direito do proprietário. Por isso, não se pode impedir o dono de imóvel de alugá-lo por ele estar com o condomínio atrasado. Além disso, medida é um tiro no pé. Quando alguém aluga um apartamento, pode criar condições para que o proprietário quite os débitos.
  • É preciso verificar se a administradora que faliu levou junto o dinheiro do condomínio. No mínimo, o síndico precisa ouvir a opinião dos conselheiros, analisar pelo menos três orçamentos e marcar uma assembleia para ratificar a contratação de uma nova empresa.
  • Condomínio Legal esclarece que ela não pode ser impedida de participar ou de assinar a lista de presença, já que é proprietária de um imóvel e tem o direito de saber o que se passa no edifício. No entanto, a moradora realmente não pode votar. Quem a impede corre o risco de torná-la uma credora, porque ela pode entrar com uma ação indenizatória e ganhar.
  • Apesar de a convenção determinar que o valor não pode ultrapassar dois salários mínimos, o síndico passou o próprio honorário para quatro salários mínimos. Para dar uma aparente legalidade ao ato, ele registrou a ata no Cartório de Notas. Isso é correto? Marcio Rachkorsky esclarece que este tipo documento precisa ser registrado no Cartório de Registro de Títulos de Documentos. E completa: o síndico só pode aumentar a própria remuneração se houver uma pauta específica sobre este assunto na assembleia do condomínio. Se ele tiver reajustado o valor sem o tema estar na pauta, o aumento não é válido e terá de ser rediscutido.
  • Casos de moradores que querem assediar funcionários são recorrentes e o síndico precisa ser rigoroso. O condomínio precisa apoiar e ficar do lado da vítima.
  • Se o prédio votou regra contra música alta em ambientes abertos, medida é legal. Num domingo de festa com música alta, só a família que dá a festa se diverte. Os outros moradores não aproveitam nada.

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