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Em tempos de crise, que tal empreender seu condomínio?

Administração de Condomínios

Está em todos os lugares, em todas as conversas: o país está em crise econômica e política. Para alguns esse é um cenário em que não há nada para se fazer a não ser esperar a tempestade passar, para outros, o estado de crise é exatamente a oportunidade necessária para fazer as coisas acontecerem. É como dizem: “enquanto alguns choram, outros vendem lenço”.

Nos condomínios não é diferente. Vemos a inadimplência aumentar, as relações entre gestores e condôminos ficar mais tensas e a crescente necessidade de encontrar alternativas para fechar a conta com saldo positivo tanto na gestão quanto na vida de cada um que mora nessa comunidade. Já parou para pensar que a solução pode estar no mesmo lugar do problema? Que passar a olhar o copo meio cheio lhe fará a dar menos importância ao copo meio vazio?

É exatamente nos momentos de crise que vemos as comunidades se reajustarem, a criarem oportunidades para, juntos, terem opções rentáveis para seus negócios. A solidariedade, a construção de networking, de conexão se mostra como a chance que faltava para fazer a roda voltar a girar.

Em cada condomínio temos uma gama enorme de profissionais que estão dispostos a oferecerem seus serviços a quem, no mesmo local, precisa deles. A chave para essa conexão é a iniciativa para expor todas essas possibilidades. Basta uma pessoa que esteja disposta a colocar quem oferece o produto ou serviço diante de quem tem a necessidade dele. Você poderia ser essa pessoa que ajuda as demais a encontrarem soluções?

A economia solidária, compartilhada tem ganho um espaço gigante na nossa sociedade e é com a união de um pequeno esforço de cada um em prol dos demais que vemos grandes negócios serem fechados. Já pensou em promover uma feira de empreendedores mensal dentro do seu condomínio? Criar uma publicação em que cada um possa expor o seu trabalho e se colocar à disposição dos demais? Propor ações de maior integração e conectividade entre você e seus vizinhos?

Em momentos de crise precisamos vender mais, servir mais e desbravar novos mercados. Dentro de um mesmo condomínio temos aqueles que fornecem alimentação saudável e aqueles que necessitam dela, mas não têm tempo de prepara-la. Existe quem vende seguro e quem precisa contratar um seguro. Pode ainda existir um grupo de mães que gerenciam o transporte escolar de crianças para uma mesma escola ou um grupo escolar. Sem contar com os diversos profissionais, advogados, arquitetos, professores, psicólogos, enfim... são inúmeras as possibilidades que estão escondidas para serem descobertas!

Os benefícios dessas parcerias vão muito além da redução da inadimplência das taxas de condomínio. Há um reforço muito positivo para integração dos moradores, do senso de comunidade, de solidariedade! Ganha o condomínio, ganham os moradores que terão em seus vizinhos um leque de soluções para seus problemas.

Se hoje nos sentimos tão frustrados e decepcionados por a crise de confiança nos governantes e no cenário econômico, não é ótimo pensar que soluções podem estar na porta ao lado? Use a criatividade e se una com outras pessoas que tenham a mesma visão de “copo meio cheio”! Tenho certeza de que surgirão ideias criativas e produtivas para todos os envolvidos!

Fonte: Jornal do condomínio SC 

Vídeo Institucional

- Condomínio Legal

  • A construtora tem razão. Quando você compra um imóvel na planta, você só pode visitá-lo quando ele estiver 100% pronto. Cada morador irá vistoriar o apartamento quanto tiver a chave.
  • Infelizmente não é obrigatório. Para os prédios novos, ideal é que construtoras já entregassem com gerador. Nos prédios antigos, para instalar, é bem caro. É um conforto importante que deveria ser priorizado.
  • Dinheiro poupado tem como destino as emergências. Nesse caso, o síndico pode usar a verba quando precisar e depois comunicar aos moradores. Compras de equipamentos para a academia, por exemplo, precisam ser aprovadas antes pelos condôminos.
  • Seguro residencial ajuda a diminuir o prejuízo em casos como este. Condomínio precisa também investir em tecnologia.
  • Solução mais simples é alguém que gosta muito do cãozinho adotá-lo. Deixar ele na área comum não está certo. Se incomodar alguém, o síndico, infelizmente, precisa tirá-lo de lá.
  • Ideal é que o grupo seja usado como uma ferramenta de gestão e apenas para questões emergenciais. Não pode abrir espaço para fofocas e ataques pessoais. Dúvidas, ideias ou reclamações não-emergenciais precisam de um outro canal.
  • Quem faz isso atrapalha os vizinhos, que não conseguem marcar festas, e também prejudica as contas do condomínio, já que o cancelamento normalmente é de graça.
  • É preciso pagar o dobro sim. Cada imóvel tem uma matrícula. Quando se ocupa dois terrenos juntos, há duas matrículas e é preciso, sim, pagar dois boletos de condomínio.
  • Em condomínios com piscinas geladas, é difícil definir se a obra para aquecer seria voluptuária (com necessidade de 2/3 para para aprovação), útil (necessidade de 50% mais um voto) ou necessária (que se aprova com maioria simples dos presentes). A obra valorizaria o apartamento e levaria benefícios aos condôminos.
  • Isso encarece demais o condomínio. Alguns interpretam a lei e consideram que um professor de educação física também é necessário nas academias. Regra é em prol da segurança, mas não podemos esquecer que a academia do prédio é extensão da nossa casa e não é um clube.
  • A porta de correr que divide a varanda da sala tem sido um item desprezado por novos moradores, que preferem a sacada envidraçada e integrada ao restante do apartamento. Em alguns imóveis, porém, a retirada é proibida.
  • O Estatuto do Idoso se aplica em conjunto com a convenção do prédio. Geralmente, cada um deles têm uma regra específica sobre quando se aplica a prioridade em sorteios. Mas, nesses casos, vale priorizar o bom senso.
  • Hoje em dia construtoras fazem prédios enormes com portarias pequenas. Com isso os funcionários ficam sobrecarregados. Ter um sistema para avisá-los pode facilitar o trabalho.
  • Cada condomínio tem suas regras para os murais de comunicação, mas ao afixar comunicados aos condôminos, síndicos devem ter cuidado ao expressar as orientações. É importante transmitir com objetividade, e se atentar para opiniões pessoais que podem ser consideradas ofensivas. Em avisos de inadimplência, por exemplo, é fundamental não expor a identidade de devedores.
  • Serviços podem ser prestados dentro do condomínio sem problemas, mas atender gente de fora não deve ser permitido. Entra e sai de visitantes gasta água, energia dos elevadores e ainda fragiliza segurança.
  • Gasto com mão de obra pode representar até 70% das despesas do prédio, por isso, muitos acabam demitindo funcionários. Medida é legal, mas o assunto precisa ser discutido com os moradores, porque não é só uma questão de dinheiro, mas também de segurança.
  • A administração do prédio fica obrigada a resolver o problema apenas quando ele acontece na prumada central do edifício. Se for nos ramais internos, ou seja, entre apartamentos, a solução deve ser dada pelo morador.
  • Na maioria dos casos de furto e roubo em condomínios, os bandidos entram pela porta da frente, usando informações prévias sobre o alvo. Não adianta investir em equipamentos de segurança se o porteiro não for bem treinado e o morador não cumprir as normas do prédio.
  • STF decidiu que bem único de fiador não pode ser penhorável por se tratar de patrimônio de família. Parecer é ruim para locatários porque abre brecha para que inadimplência do inquilino não seja ressarcida.
  • Ás vezes ocorre o uso nocivo da propriedade, quando alguém é coproprietário e utiliza mais o condomínio que os outros. Basta que o síndico notifique e, se for o caso, multe o condômino que está incorrendo no erro.
  • Na semana passada, a Câmara dos Deputados aprovou um texto sobre o assunto, que ainda precisa passar pelo Senado. Caso ela seja aprovada, a multa em caso de distrato pode chegar a 50% do valor pago pelos consumidores às incorporadoras.
  • A pessoa tem exatamente os mesmos direitos do que o dono, só não pode votar. Se quiser, pode pedir uma procuração ao proprietário para poder votar também.
  • Projeto piloto do Sindicato de Habitação do Rio foi batizado de ‘Luz Azul’. Câmeras de segurança serão implementadas fachadas de prédios no Centro do cidade. As imagens poderão ser compartilhadas em tempo real com o batalhão e a delegacia policial da área.
  • Se a taxa cobrada for pequena, não há problema na cobrança. Mas se a festa for grande, precisa ser aprovada em assembleia.
  • Não é justo cobrar mais de quem precisa usar o elevador, porque não há essa cobrança de quem usa mais outras instalações como a piscina ou a sauna, por exemplo. De qualquer forma, medida precisa ser aprovada em convenção.
  • O ideal é que o condomínio monte uma sala para acomodar essas pessoas. Não é permitida a presença desses profissionais na portaria do prédio e no hall de entrada. Esses espaços são áreas de passagem.
  • Ocupação do espaço deve priorizar a integração entre moradores. Em caso de hóspedes ou vizinhos de outros locais interessados no uso da dependência, autorização deve ser ponderada para não prejudicar normas.
  • O órgão conversa com o síndico e nomeia um assistente social para monitorar o jovem que apresenta desvios de comportamento. Dependendo da gravidade, caso pode até ser levado para a vara da infância.
  • O corte de árvores sem aval do governo constitui crime ambiental. Caso o protocolo junto à Prefeitura demore a ser oficializado, os síndicos podem recorrer ao Judiciário para obter uma liminar que permita a poda.
  • Tem gente que acha que do portão para dentro não tem lei. Se houver crime em flagrante, como menor no volante, síndico deve multar e chamar a polícia.

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