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Instalação de telas é opção para manter os mosquitos fora dos condomínios.

Administração de Condomínios

Venda de telas chegou a crescer 75% em uma das lojas consultadas pela reportagem. Henry Milleo / Gazeta

A preocupação dos moradores em manter o Aedes aegypti longe das residências – e da família – tem estimulado o mercado de telas mosquiteiras, que vê sua demanda crescer e acompanhar o avanço da infestação do mosquito pelo estado.

Na Moskitelas, a procura pelas telas de proteção cresceu em torno de 40% desde que a empresa abriu as portas, há cerca de um ano e meio. Na Vertical Persianas, o aumento foi ainda mais significativo e chegou aos 75% no primeiro trimestre de 2016, no comparativo com o mesmo período do ano passado.

“Antes, instalávamos as telas mais em casas de praia e de campo, agora, há procura pelo produto também em Curitiba”, diz o gerente de marketing da empresa, Rinaldo Figueiredo.

Evolução

As telas ofertadas pelo mercado evoluíram e em nada lembram as antigas molduras de madeira recobertas com a malha, comuns nas casas litorâneas.

Os quadros, confeccionados sob medida com perfis de alumínio, recebem pintura eletrostática (que não descasca) nas cores branca, preta, cinza fosca e bronze, para acompanhar o acabamento das esquadrias.

Já as telas são produzidas com fibra de vidro recoberta com PVC, facilitando a limpeza com pano úmido. Disponíveis nas cores branca e cinza, elas são atóxicas, têm agentes antifúngicos e não propagam fogo.

Entre os modelos disponíveis, os clientes podem escolher entre a tela de quadro fixo removível – instalada do lado de fora da parede por meio de travas ou encaixada “dentro” janela – e a basculante. “Ela é instalada com dobradiças, fazendo com que a tela ‘abra’ como uma porta”, diz Ricardo Putrique, proprietário da Moskitelas.

O modelo deslizante é indicado para as janelas com folhas de correr. Nele, dois “trilhos” são instalados na parte superior e inferior da janela, por onde a tela corre para cobrir o vão da folha que foi aberta.

Já a tela retrátil funciona como uma cortina rolô. Um mecanismo com mola é instalado na parte superior da esquadria, pelo lado de dentro, e enrola a tela quando ela está aberta. Este foi o sistema escolhido pela médica Priscila Langowski para o quarto de suas duas filhas – de dois anos e dois meses, respectivamente. “Como tenho tela de proteção na janela, não tinha como instalar a mosquiteira por fora. O modelo retrátil também facilita o acesso à janela, então foi a melhor solução”, diz.

O custo para se instalar uma tela mosquiteira de quadro fixo varia de R$ 120 a R$ 300 por m², enquanto o da deslizante gira entre R$ 150 e R$ 350 por m².

No modelo retrátil, o valor sobe para entre R$ 260 e R$ 500 por m², devido ao mecanismo necessário para a abertura e fechamento da tela. “É um ótimo custo benefício, pela segurança contra a entrada dos insetos e a redução do risco de ser picada”, avalia a também médica Letícia Cristina Percicote que, grávida de cinco meses, investiu R$ 5 mil para instalar as telas nos sete cômodos do apartamento onde mora com o marido, em Paranaguá.

Cuidado

As telas ajudam a manter os mosquitos longe dos imóveis, mas os cuidados para combater o Aedes aegypti, e as doenças por ele causadas (dengue, zika e febre chikungunya), vão muito além da instalação do sistema. Relembre quais são eles.

  • Não deixe água acumulada em pneus, lajes ou qualquer outro recipiente.
  • Coloque areia nos pratos de vasos de plantas e limpe periodicamente as calhas.
  • Não jogue lixo em terrenos baldios.
  • Tampe caixas d’água, piscinas e outros recipientes que acumulam água.
  • Guarde pneus e garrafas em locais abrigados da chuva.
  • Mantenha o quintal limpo e as lixeiras fechadas.
  • Lave diariamente os potes de água dos animais de estimação.
  • Use repelente em áreas expostas do corpo, como rosto e mãos.
Fonte: Gazeta do Povo

Vídeo Institucional

- Condomínio Legal

  • Se a taxa cobrada for pequena, não há problema na cobrança. Mas se a festa for grande, precisa ser aprovada em assembleia.
  • Não é justo cobrar mais de quem precisa usar o elevador, porque não há essa cobrança de quem usa mais outras instalações como a piscina ou a sauna, por exemplo. De qualquer forma, medida precisa ser aprovada em convenção.
  • O ideal é que o condomínio monte uma sala para acomodar essas pessoas. Não é permitida a presença desses profissionais na portaria do prédio e no hall de entrada. Esses espaços são áreas de passagem.
  • Ocupação do espaço deve priorizar a integração entre moradores. Em caso de hóspedes ou vizinhos de outros locais interessados no uso da dependência, autorização deve ser ponderada para não prejudicar normas.
  • O órgão conversa com o síndico e nomeia um assistente social para monitorar o jovem que apresenta desvios de comportamento. Dependendo da gravidade, caso pode até ser levado para a vara da infância.
  • O corte de árvores sem aval do governo constitui crime ambiental. Caso o protocolo junto à Prefeitura demore a ser oficializado, os síndicos podem recorrer ao Judiciário para obter uma liminar que permita a poda.
  • Tem gente que acha que do portão para dentro não tem lei. Se houver crime em flagrante, como menor no volante, síndico deve multar e chamar a polícia.
  • Além disso, essas intervenções são importantes para o cumprimento de leis. Neste caso, essas obras podem ser aprovadas por maioria simples.
  • Se a pessoa em questão ficar mais do que apenas algumas horas em um apartamento, sim. O visitante já não tem esse direito.
  • A utilização desse meio pode fragilizar a segurança dos condomínios e provocar acidentes. Neste caso, o síndico pode proibir. A solução seria alugar a vaga para um vizinho.
  • O engenheiro é obrigado a apresentar algumas informações sobre as intervenções em imóveis. Entre elas, o prazo de início e fim. Se os horários estiverem sendo respeitados, o jeito é torcer para acabar logo.
  • Se não houver estrutura adequada, a prática deve ser proibida, porque a fumaça pode incomodar os vizinhos. Para não se indispor com os moradores, o síndico pode pedir para a administradora do condomínio avisar aos que desrespeitarem a norma.
  • Falta bom senso às vezes de compreender que prédio residencial não é clube.
  • Objetivo é prevenir acidentes com anúncio sonoro e visual. Condomínios têm seis meses para se adaptar. Custo médio do equipamento é de R$ 900.
  • Não adianta o condomínio investir em segurança se os próprios condôminos não respeitam condutas básicas. Uma possível solução para esses problemas é punir os moradores com multas pagas em dinheiro.
  • É esse laudo que atesta que o condomínio está prevenido para qualquer acidente. Antes de dar entrada no documento, síndico deve se programar e pode até contratar engenheiro de segurança para ajudar no levantamento de obras necessárias.
  • Condomínio deve, num primeiro momento, mandar uma advertência. Caso o morador não mude de atitude, ele pode ser multado. Se infestação de pombos estiver muito avançada, o prédio deve contratar uma empresa especializada no combate aos animais.
  • Em 2018, é preciso exercitar a gentileza no trato com o vizinho, consciência em cumprir os deveres do dia a dia e tolerância para lidar com os problemas.
  • Maior uso da tecnologia para criar canais oficiais entre prédios e moradores também foi um fator positivo em 2017. Por outro lado, vizinhos passaram a criar pequenos grupos em aplicativos de mensagem para criticar a administração. Isso é ruim porque, muitas vezes, o síndico acaba sendo o último a saber dos problemas.
  • Se o imóvel estiver ocupado há mais de cinco anos, sem que haja reclamação do dono no papel e com o pagamento de contas, a regra se aplica.
  • Regra que permite apenas cães de pequeno porte é antiga, mal redigida e não funciona. Condomínios mais modernos costumam trazer um capítulo dedicado às normas de convivência com animais, que incluir regulamentação das formas de transporte e do uso de focinheira, por exemplo. O importante é oferecer segurança e sossego aos vizinhos.
  • Por causa da situação do mercado atual, quem optou por adquirir um apartamento em construção há três anos, não vai lucrar com a decisão, e pode acabar tendo a sensação de que perdeu dinheiro com o negócio. Uma solução é tentar renegociar com construtora.
  • Em São Paulo, moradores de um condomínio da Zona Sul foram vítimas de um arrastão. A ação durou cerca de 3 horas. Até crianças foram vítimas dos bandidos.
  • Festas nas áreas de churrasqueiras exigem prudência. Música alta pode gerar problemas até com a polícia e a necessidade de um boletim de ocorrência.
  • Casos de unidades habitacionais que reúnem muitas pessoas podem despertar disputas entre vizinhos. No entanto, não existe uma legislação específica para esse tema.
  • Se o assunto foi debatido entre os moradores e as regras internas foram alteradas da maneira correta, não existem impedimentos legais para que essa mudança aconteça.
  • Caso haja autorização das autoridades municipais, não é necessário que todos os condôminos compareçam ao encontro para autorizar a internação.
  • Pessoas que ocupam o comando do condomínio por décadas podem pensar que são os proprietários de todo esse espaço. Para mudar a situação, é necessário que exista uma participação efetiva de todos os condôminos.
  • Nem todos os síndicos permitem assembleias com todos os moradores para tratar dos assuntos com os moradores. Entretanto, é importante que esses pequenos grupos apresentem os resultados para os outros condôminos.
  • Mesmo se o proprietário tiver direito a um espaço muito grande, o morador não será autorizado a colocar mais veículos do que o permitido. É possível até mesmo convocar uma assembleia para discutir o tema.

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