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Ministro dá 20 anos de vida útil a prédios populares.

Administração de Condomínios

O ministro das Cidades, Gilberto Kassab, avalia que em pelo menos 20 anos os primeiros edifícios erguidos pelo programa habitacional do governo federal Minha Casa, Minha Vida devam ser demolidos para dar lugar a empreendimentos maiores e com mais áreas de lazer. Na opinião do ministro, o programa foi se aperfeiçoando com o tempo, e é “compreensível que tenhamos problemas” em alguns empreendimentos.

É o caso do Residencial Jardim Bassoli, com 2.830 apartamentos, vitrine do governo federal lançado em Campinas em 2011, e que está em com uma série de problemas estruturais. Na semana passada um salão de festas desabou em um dos blocos.

A Defesa Civil de Campinas já orientou alguns moradores para que deixem seus imóveis. O Bassoli é um conjunto com 19 torres de cinco pavimentos na região do Campo Grande. Tanto engenheiros da Prefeitura como aqueles que auxiliam a associação de moradores já constataram falhas estruturais graves, como falta de projeto de drenagem e fundações com risco de recalque nos prédios de quatro andares.

Os problemas também atingem o Residencial Sirius, que foi inaugurado, inclusive, com a presença da presidente Dilma Rousseff, em 2013.

“É muito difícil em um programa dessa dimensão não termos problemas ao longo do tempo. Tanto é que o programa foi aperfeiçoado. No início não tínhamos cerâmica e uma série de benefícios que com o tempo, com as normatizações que foram sendo adicionadas com as novas fases, foram sendo incorporados. E isso será permanente. A cada nova fase, uma nova incorporação”, explicou Kassab.

A fiscalização dos imóveis é feita pela Caixa Econômica Federal, que para o ministro está fazendo um “excelente trabalho”. “As empresas serão punidas se estiver no prazo de carência da qualidade da obra”, garantiu. “Eu imagino que daqui a uns 20, 25 anos nós tenhamos uma nova fase do programa, daqui quatro ou cinco governos, os primeiros prédios construídos sendo demolidos, sendo construídos prédios maiores, com elevadores, para que possam ser construídas na mesma área mais praças, mais equipamentos públicos, trazendo mais qualidade de vida e melhorias”, declarou Kassab, durante anúncio de investimentos em saneamento, em Santa Bárbara d’Oeste.

No entanto, o ministro considera o programa de moradia de extrema importância para o País, pois leva qualidade de vida e dignidade para as pessoas. Nos próximos dias serão assinados os primeiros contratos da fase três do programa, com a contratação de aproximadamente 1,2 milhão de unidades para essa fase. “Podemos supor que até 2020, tenhamos no Brasil 7 milhões de unidades contratadas e 7 milhões entregues, beneficiando diretamente 30 milhões de pessoas, que deixaram de morar na beira do córrego, na favela”, diz Kassab.

Balanço

O Minha Casa Minha Vida foi lançado em abril de 2009. Até agosto de 2015 haviam sido entregues em Campinas 8.030 unidades habitacionais para a população de baixa renda.

Caixa desmente ministro e afirma que há ‘exceções’

No mesmo dia em que o ministro das Cidades, Gilberto Kassab, disse que os edifícios do Minha Casa, Minha Vida têm validade de 20 anos, o superintendente regional da Caixa em Campinas, Márcio Mourão, afirmou que os problemas nas unidades habitacionais do programa são “exceções”. A declaração foi dada durante uma coletiva de imprensa sobre a entrega de 2.048 apartamentos do programa em Indaiatuba.

Mourão disse não acreditar que Kassab tenha dito que os prédios devam ser reconstruídos. “Ele não quis dizer isso. De maneira geral, os empreendimentos da Caixa têm uma qualidade muito boa. Claro que alguns casos pontuais de problemas a gente atua. Mas os empreendimentos devem durar muito tempo”, falou. O Residencial Jardim Bassoli, em Campinas, é um dos empreendimentos do programa que tem uma série de problemas estruturais. Em janeiro, a parde do salão de festa de um dos prédios veio abaixo. O local tem apartamentos também com infiltrações, bolor e rachaduras.

Mourão disse que os problemas são acompanhados pela Caixa e que o banco cobra da construtora Bairro Novo, do grupo Odebrecht, a resolução de algumas questões. O superintendente disse que teve uma reunião com a empresa em dezembro para discutir os problemas. Sobre o desmoronamento do muro, ele disse que a perícia do acidente ficará pronta no dia 12 de fevereiro. “O salão teve algumas intervenções feitas pelos próprios moradores, temos que verificar se elas afetaram ou não a estrutura da parede.”

Fonte: Paulínia NEWS 

Vídeo Institucional

- Condomínio Legal

  • O Estatuto do Idoso se aplica em conjunto com a convenção do prédio. Geralmente, cada um deles têm uma regra específica sobre quando se aplica a prioridade em sorteios. Mas, nesses casos, vale priorizar o bom senso.
  • Hoje em dia construtoras fazem prédios enormes com portarias pequenas. Com isso os funcionários ficam sobrecarregados. Ter um sistema para avisá-los pode facilitar o trabalho.
  • Cada condomínio tem suas regras para os murais de comunicação, mas ao afixar comunicados aos condôminos, síndicos devem ter cuidado ao expressar as orientações. É importante transmitir com objetividade, e se atentar para opiniões pessoais que podem ser consideradas ofensivas. Em avisos de inadimplência, por exemplo, é fundamental não expor a identidade de devedores.
  • Serviços podem ser prestados dentro do condomínio sem problemas, mas atender gente de fora não deve ser permitido. Entra e sai de visitantes gasta água, energia dos elevadores e ainda fragiliza segurança.
  • Gasto com mão de obra pode representar até 70% das despesas do prédio, por isso, muitos acabam demitindo funcionários. Medida é legal, mas o assunto precisa ser discutido com os moradores, porque não é só uma questão de dinheiro, mas também de segurança.
  • A administração do prédio fica obrigada a resolver o problema apenas quando ele acontece na prumada central do edifício. Se for nos ramais internos, ou seja, entre apartamentos, a solução deve ser dada pelo morador.
  • Na maioria dos casos de furto e roubo em condomínios, os bandidos entram pela porta da frente, usando informações prévias sobre o alvo. Não adianta investir em equipamentos de segurança se o porteiro não for bem treinado e o morador não cumprir as normas do prédio.
  • STF decidiu que bem único de fiador não pode ser penhorável por se tratar de patrimônio de família. Parecer é ruim para locatários porque abre brecha para que inadimplência do inquilino não seja ressarcida.
  • Ás vezes ocorre o uso nocivo da propriedade, quando alguém é coproprietário e utiliza mais o condomínio que os outros. Basta que o síndico notifique e, se for o caso, multe o condômino que está incorrendo no erro.
  • Na semana passada, a Câmara dos Deputados aprovou um texto sobre o assunto, que ainda precisa passar pelo Senado. Caso ela seja aprovada, a multa em caso de distrato pode chegar a 50% do valor pago pelos consumidores às incorporadoras.
  • A pessoa tem exatamente os mesmos direitos do que o dono, só não pode votar. Se quiser, pode pedir uma procuração ao proprietário para poder votar também.
  • Projeto piloto do Sindicato de Habitação do Rio foi batizado de ‘Luz Azul’. Câmeras de segurança serão implementadas fachadas de prédios no Centro do cidade. As imagens poderão ser compartilhadas em tempo real com o batalhão e a delegacia policial da área.
  • Se a taxa cobrada for pequena, não há problema na cobrança. Mas se a festa for grande, precisa ser aprovada em assembleia.
  • Não é justo cobrar mais de quem precisa usar o elevador, porque não há essa cobrança de quem usa mais outras instalações como a piscina ou a sauna, por exemplo. De qualquer forma, medida precisa ser aprovada em convenção.
  • O ideal é que o condomínio monte uma sala para acomodar essas pessoas. Não é permitida a presença desses profissionais na portaria do prédio e no hall de entrada. Esses espaços são áreas de passagem.
  • Ocupação do espaço deve priorizar a integração entre moradores. Em caso de hóspedes ou vizinhos de outros locais interessados no uso da dependência, autorização deve ser ponderada para não prejudicar normas.
  • O órgão conversa com o síndico e nomeia um assistente social para monitorar o jovem que apresenta desvios de comportamento. Dependendo da gravidade, caso pode até ser levado para a vara da infância.
  • O corte de árvores sem aval do governo constitui crime ambiental. Caso o protocolo junto à Prefeitura demore a ser oficializado, os síndicos podem recorrer ao Judiciário para obter uma liminar que permita a poda.
  • Tem gente que acha que do portão para dentro não tem lei. Se houver crime em flagrante, como menor no volante, síndico deve multar e chamar a polícia.
  • Além disso, essas intervenções são importantes para o cumprimento de leis. Neste caso, essas obras podem ser aprovadas por maioria simples.
  • Se a pessoa em questão ficar mais do que apenas algumas horas em um apartamento, sim. O visitante já não tem esse direito.
  • A utilização desse meio pode fragilizar a segurança dos condomínios e provocar acidentes. Neste caso, o síndico pode proibir. A solução seria alugar a vaga para um vizinho.
  • O engenheiro é obrigado a apresentar algumas informações sobre as intervenções em imóveis. Entre elas, o prazo de início e fim. Se os horários estiverem sendo respeitados, o jeito é torcer para acabar logo.
  • Se não houver estrutura adequada, a prática deve ser proibida, porque a fumaça pode incomodar os vizinhos. Para não se indispor com os moradores, o síndico pode pedir para a administradora do condomínio avisar aos que desrespeitarem a norma.
  • Falta bom senso às vezes de compreender que prédio residencial não é clube.
  • Objetivo é prevenir acidentes com anúncio sonoro e visual. Condomínios têm seis meses para se adaptar. Custo médio do equipamento é de R$ 900.
  • Não adianta o condomínio investir em segurança se os próprios condôminos não respeitam condutas básicas. Uma possível solução para esses problemas é punir os moradores com multas pagas em dinheiro.
  • É esse laudo que atesta que o condomínio está prevenido para qualquer acidente. Antes de dar entrada no documento, síndico deve se programar e pode até contratar engenheiro de segurança para ajudar no levantamento de obras necessárias.
  • Condomínio deve, num primeiro momento, mandar uma advertência. Caso o morador não mude de atitude, ele pode ser multado. Se infestação de pombos estiver muito avançada, o prédio deve contratar uma empresa especializada no combate aos animais.
  • Em 2018, é preciso exercitar a gentileza no trato com o vizinho, consciência em cumprir os deveres do dia a dia e tolerância para lidar com os problemas.

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