Carregando

Aguarde por gentileza.
Isso pode levar alguns minutos...

Fique por dentro

Há mais de 10 anos superando expectativas...

Solicite sua proposta

O efeito do impeachment no mercado imobiliário

Administração de Condomínios

Análise do mercado imobiliário frente à situação política e econômica do Brasil; seus pontos positivos e negativos, com informações, dados, pesquisas e dicas.

No meio de um surpreendente processo de impeachment, além da comoção nacional, que se divide entre os prós e os contras a retirada definitiva da Presidentente afastada Dilma Rousseff, há o medo e a insegurança, resultados de muitas dúvidas e incertezas.

Assim como em todos os setores e ramos do país, o mercado imobiliário têm sentido, fortemente, as ondulações deste momento histórico e tem apresentado importantes perspectivas para os próximos meses.

A mudança de governo, do PT de Dilma para o PMDB de Temer, foi uma das melhores coisas para o ramo de imóveis, o setor imobiliário foi um dos mais prejudicados pelas políticas econômicas equivocadas que foram aplicadas.

O desaceleramento e a queda real da venda de imóveis, demonstrável através de números, é o fundamento mais marcante sobre o positivismo lançado no mercado imobiliário em decorrência da troca de presidentes.

Na capital São Paulo, no ano de 2010, foram registradas mais de 65 mil vendas de imóveis sendo que, em 2015, sob o governo Dilma, foram feitas apenas 35 mil. Exatos 46% a menos de imóveis vendidos, um péssimo resultado.

O mercado imobiliário enfrentou a crise instaurada no Brasil seguindo apenas os valores de reajuste dados pela inflação, o que já foi sentido pelos investidores, principalmente.

Vale ressaltar que a corrosão dos preços, sofridos pela inflação, somam aproximadamente 15%, mas que agora, com as novas perspectivas acerca do cenário político econômico brasileiro, existem três catalisadores determinantes para o processo de mudança do mercado imobiliário.

Catalisadores do processo de mudança

1- Custo de financiamento

O custo de financiamento é o primeiro grande catalisador do processo de mudança do mercado imobiliário, pois determina o tamanho da prestação do imóvel adquirido.

Nos últimos meses o consumidor perdeu mais de 26% do seu poder de compra e, para recuperar esta porcentagem, é necessário que o seu salário sofra correção pela inflação ao mesmo tempo em que os valores dos imóveis se mantenham estagnados.

A mudança no governo brasileiro criou uma nova expectativa a cerca dos juros. O Banco Central já divulgou, inclusive, que há a perspectiva de uma queda de 1,75 percentuais, ou seja, é previsto que 2017 terminemos com juros básicos de 12,5% ao invés de 14,25%.

Uma boa possibilidade, que resultaria na perceptível redução dos custos de financiamento, é a queda da taxa Selic, administrada pela Caixa Econômica Federal. Uma queda percentual de 1,75 nesta taxa chega a representar um recuo inicial de 1,31% ao ano. Vale citar que a queda anteriormente citada é tida como conservadora por especialistas da área.

2- Confiança do consumidor/investidor

O pessimismo que cerca os brasileiros é berrante e assustador. Os jornais televisivos transmitem, majoritariamente, notícias ruins e desanimadoras.

A Fundação Getúlio Vargas mediu o índice de confiança do consumidor e os resultados foram alarmantes, com os mais baixos níveis já registrados em toda a história desta pesquisa indicadora.

O processo de impedimento da presidente, agora afastada, Dilma, mudou o perfil do cidadão brasileiro, já que foi a condição necessária para que o consumidor, que também é o investidor, voltasse a fazer planos para o médio, longo prazo e de valores mais altos, algo que não era feito há muito tempo.

A confiança reassumida pelo povo faz com que o mercado venda imóveis novamente, portanto o processo do impeachment gerou para o mercado imobiliário, um momento ideal para a volta dos investimentos.

3- Expectativa de preços

O cliente pode até ter a vontade de comprar e o dinheiro no bolso, porém, se estiver com a expectativa de queda nos valores, jamais comprará o imóvel, pois dará preferência a ficar esperando essa redução, mesmo que ela não aconteça.

Uma pesquisa realizada recentemente divulgou que quase 60% das pessoas que desejam adquirir um imóvel pelos próximos 3 meses esperam por um recuo de valores nos próximos 12.

Porém, com um mercado de lançamentos deprimido frente aos níveis baixos de vendas dos últimos meses, dificilmente os lotes que já estão disponíveis sofrerão reajuste de decréscimo, ou seja, algum tipo de queda no valor ou promoção com condições especiais. É tempo de recuperar as energias e partir para um momento de crescimento do setor!

Para quem está procurando esta queda de preços para finalizar a compra de um imóvel, a dica é não se prender a esta expectativa com poucas chances de ser concretizada e aproveitar da nova onda econômica para fechar o negócio.

As condições apresentadas nos três itens são suficientes para que o mercado imobiliário reaja positivamente, destravando, assim, este importante setor do país, responsável pela assinatura da carteira de trabalho de milhares por todo o território nacional.

Cenário-base: Incorporação do impeachment

Após agregar os últimos acontecimentos políticos e, consequentemente, econômicos, ao cenário-base do mercado imobiliário encontramos algumas verdades a serem notadas nos próximos meses:

– Extinção dos descontos que estão sendo oferecidos pelas incorporadoras: devido à retomada do crescimento do ramo, é previsível que, as poucas incorporadoras que ainda mantêm práticas de descontos, descontinuem estas ofertas num prazo curtíssimo, aproveitando-se das novas condições e estratégias entregues pelo novo governo.

– Queda na taxa Selic: há dúvidas de que o gatilho da retomada do desenvolvimento do mercado imobiliário é a redução da taxa que sela este setor. Essa diminuição está prevista para este ano e ganha força, ainda, em 2017.

– Imóveis corrigidos pela inflação: tão logo o ritmo de vendas de imóveis entre no eixo da realidade desejada, é previsto que não sofram com aumentos de preço, apenas os corriqueiros reajustes pela inflação.

Momento para comprar imóveis

Você pensa em comprar um imóvel para uso próprio ou para investimento? Independente da opção escolhida, a resposta é uma só: O momento para comprar imóveis é agora.

E, sendo a melhor opção de investimento a longo prazo, já que é o único tipo em que é possível financiar e ainda ganhar reajustes de valor ao longo dos anos, adquirir um imóvel pode ser a saída para quem deseja um futuro melhor.

Fonte: Blog Dino

Vídeo Institucional

- Condomínio Legal

  • Solução mais simples é alguém que gosta muito do cãozinho adotá-lo. Deixar ele na área comum não está certo. Se incomodar alguém, o síndico, infelizmente, precisa tirá-lo de lá.
  • Ideal é que o grupo seja usado como uma ferramenta de gestão e apenas para questões emergenciais. Não pode abrir espaço para fofocas e ataques pessoais. Dúvidas, ideias ou reclamações não-emergenciais precisam de um outro canal.
  • Quem faz isso atrapalha os vizinhos, que não conseguem marcar festas, e também prejudica as contas do condomínio, já que o cancelamento normalmente é de graça.
  • É preciso pagar o dobro sim. Cada imóvel tem uma matrícula. Quando se ocupa dois terrenos juntos, há duas matrículas e é preciso, sim, pagar dois boletos de condomínio.
  • Em condomínios com piscinas geladas, é difícil definir se a obra para aquecer seria voluptuária (com necessidade de 2/3 para para aprovação), útil (necessidade de 50% mais um voto) ou necessária (que se aprova com maioria simples dos presentes). A obra valorizaria o apartamento e levaria benefícios aos condôminos.
  • Isso encarece demais o condomínio. Alguns interpretam a lei e consideram que um professor de educação física também é necessário nas academias. Regra é em prol da segurança, mas não podemos esquecer que a academia do prédio é extensão da nossa casa e não é um clube.
  • A porta de correr que divide a varanda da sala tem sido um item desprezado por novos moradores, que preferem a sacada envidraçada e integrada ao restante do apartamento. Em alguns imóveis, porém, a retirada é proibida.
  • O Estatuto do Idoso se aplica em conjunto com a convenção do prédio. Geralmente, cada um deles têm uma regra específica sobre quando se aplica a prioridade em sorteios. Mas, nesses casos, vale priorizar o bom senso.
  • Hoje em dia construtoras fazem prédios enormes com portarias pequenas. Com isso os funcionários ficam sobrecarregados. Ter um sistema para avisá-los pode facilitar o trabalho.
  • Cada condomínio tem suas regras para os murais de comunicação, mas ao afixar comunicados aos condôminos, síndicos devem ter cuidado ao expressar as orientações. É importante transmitir com objetividade, e se atentar para opiniões pessoais que podem ser consideradas ofensivas. Em avisos de inadimplência, por exemplo, é fundamental não expor a identidade de devedores.
  • Serviços podem ser prestados dentro do condomínio sem problemas, mas atender gente de fora não deve ser permitido. Entra e sai de visitantes gasta água, energia dos elevadores e ainda fragiliza segurança.
  • Gasto com mão de obra pode representar até 70% das despesas do prédio, por isso, muitos acabam demitindo funcionários. Medida é legal, mas o assunto precisa ser discutido com os moradores, porque não é só uma questão de dinheiro, mas também de segurança.
  • A administração do prédio fica obrigada a resolver o problema apenas quando ele acontece na prumada central do edifício. Se for nos ramais internos, ou seja, entre apartamentos, a solução deve ser dada pelo morador.
  • Na maioria dos casos de furto e roubo em condomínios, os bandidos entram pela porta da frente, usando informações prévias sobre o alvo. Não adianta investir em equipamentos de segurança se o porteiro não for bem treinado e o morador não cumprir as normas do prédio.
  • STF decidiu que bem único de fiador não pode ser penhorável por se tratar de patrimônio de família. Parecer é ruim para locatários porque abre brecha para que inadimplência do inquilino não seja ressarcida.
  • Ás vezes ocorre o uso nocivo da propriedade, quando alguém é coproprietário e utiliza mais o condomínio que os outros. Basta que o síndico notifique e, se for o caso, multe o condômino que está incorrendo no erro.
  • Na semana passada, a Câmara dos Deputados aprovou um texto sobre o assunto, que ainda precisa passar pelo Senado. Caso ela seja aprovada, a multa em caso de distrato pode chegar a 50% do valor pago pelos consumidores às incorporadoras.
  • A pessoa tem exatamente os mesmos direitos do que o dono, só não pode votar. Se quiser, pode pedir uma procuração ao proprietário para poder votar também.
  • Projeto piloto do Sindicato de Habitação do Rio foi batizado de ‘Luz Azul’. Câmeras de segurança serão implementadas fachadas de prédios no Centro do cidade. As imagens poderão ser compartilhadas em tempo real com o batalhão e a delegacia policial da área.
  • Se a taxa cobrada for pequena, não há problema na cobrança. Mas se a festa for grande, precisa ser aprovada em assembleia.
  • Não é justo cobrar mais de quem precisa usar o elevador, porque não há essa cobrança de quem usa mais outras instalações como a piscina ou a sauna, por exemplo. De qualquer forma, medida precisa ser aprovada em convenção.
  • O ideal é que o condomínio monte uma sala para acomodar essas pessoas. Não é permitida a presença desses profissionais na portaria do prédio e no hall de entrada. Esses espaços são áreas de passagem.
  • Ocupação do espaço deve priorizar a integração entre moradores. Em caso de hóspedes ou vizinhos de outros locais interessados no uso da dependência, autorização deve ser ponderada para não prejudicar normas.
  • O órgão conversa com o síndico e nomeia um assistente social para monitorar o jovem que apresenta desvios de comportamento. Dependendo da gravidade, caso pode até ser levado para a vara da infância.
  • O corte de árvores sem aval do governo constitui crime ambiental. Caso o protocolo junto à Prefeitura demore a ser oficializado, os síndicos podem recorrer ao Judiciário para obter uma liminar que permita a poda.
  • Tem gente que acha que do portão para dentro não tem lei. Se houver crime em flagrante, como menor no volante, síndico deve multar e chamar a polícia.
  • Além disso, essas intervenções são importantes para o cumprimento de leis. Neste caso, essas obras podem ser aprovadas por maioria simples.
  • Se a pessoa em questão ficar mais do que apenas algumas horas em um apartamento, sim. O visitante já não tem esse direito.
  • A utilização desse meio pode fragilizar a segurança dos condomínios e provocar acidentes. Neste caso, o síndico pode proibir. A solução seria alugar a vaga para um vizinho.
  • O engenheiro é obrigado a apresentar algumas informações sobre as intervenções em imóveis. Entre elas, o prazo de início e fim. Se os horários estiverem sendo respeitados, o jeito é torcer para acabar logo.

ASSINE NOSSA NEWSLETTER