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O QUE FAZER AO FICAR PRESO NO ELEVADOR

Administração de Condomínios

Cada vez mais presentes em todos os locais, a queda de energia tem se tornado um problema cada vez mais complicado para todos, principalmente para quem mora em condomínios, pois nesses casos é que os síndicos têm que ficar atentos para que se possa tomar uma inciativa bem rápida, assim evitando possíveis prejuízos e riscos para os demais moradores no condomínio.

No entanto numa se sabe por exato quando que a energia vai acabar no condomínio, mas e se a energia acabar bem no momento em que você está se deslocando para um determinado andar do condomínio dentro do elevador? Já se deparou com esse tipo de situação? Se sim com certeza você sabe que não é muito boa essa experiência, mas se você numa ficou preso em um elevador, e caso você venha a passar por tal situação, saiba o que você deve fazer nessas horas até que você seja resgatado.

Sabemos que não são somente os que são claustrofóbicos que ficam aflitos ao ficarem presos num elevador, mas todos por geral não gostam que o elevador pare entre os andares durante o percurso. Sendo assim mencionamos algumas dicas para ajudar quando você ficar preso no elevador por falta de energia no condomínio. Veja abaixo:

·  Quando você estiver fazendo uso do elevador, repare se o equipamento possui fixado na parede da cabine, uma placa com números da empresa responsável pela manutenção do equipamento ou do edifício. Caso não tenha estes contatos no elevador solicite isso ao sindico;

 Quando elevadores para algumas pessoas tem imediatamente a reação de tentar abrir a porta do mesmo, mas essa ação não é correta e é extremamente perigosa pois pode provocar acidentes. Quando o elevador enguiçar ao contrário de tentar abrir a porta, procure por algum botão que acione um alarme na portaria ou algum interfone, tente telefonar para algum vizinho ou parente, mas não tente intervir.

·  Para quem tem medo de ficar preso no elevador pois acha que vai ficar sem oxigênio, não precisa de pensar que você não vai conseguir respirar dentro do elevador se caso ele pare, pois, os elevadores não são totalmente vedados como alguns pensam. Caso você fique preso com outros passageiros é bom que se evite ficar falando muito dentro do elevador pois ele não é totalmente fechado mas existe uma certa restrição de ar dentro do equipamento.

·  O regate não deve ser realizado por porteiros ou zeladores pois estes não são habilitados para realizar tal procedimento. Quando acontecer casos de passageiros presos em elevadores, os funcionários e síndicos devem chamar o corpo de bombeiros e manter os passageiros informados até a chegada do resgate.

Assim, para que se possa evitar que os elevadores parem durante o percurso seria bom que se implantasse uma fonte de energia reserva para que quando acontecesse uma queda de energia na região do condomínio os elevadores não venham a parar entre os andares.

Uma outra solução para o problema seria que os síndicos ou a equipe que trabalha no condomínio ficassem atentos se há falta de energia na concessionária ou se o problema está acontecendo só no condomínio e por isso é importante que o elevador seja desligado caso a energia no condomínio ficar oscilando.

Fonte: Jornal do Condomínio sc 

Vídeo Institucional

- Condomínio Legal

  • Em condomínios com piscinas geladas, é difícil definir se a obra para aquecer seria voluptuária (com necessidade de 2/3 para para aprovação), útil (necessidade de 50% mais um voto) ou necessária (que se aprova com maioria simples dos presentes). A obra valorizaria o apartamento e levaria benefícios aos condôminos.
  • Isso encarece demais o condomínio. Alguns interpretam a lei e consideram que um professor de educação física também é necessário nas academias. Regra é em prol da segurança, mas não podemos esquecer que a academia do prédio é extensão da nossa casa e não é um clube.
  • A porta de correr que divide a varanda da sala tem sido um item desprezado por novos moradores, que preferem a sacada envidraçada e integrada ao restante do apartamento. Em alguns imóveis, porém, a retirada é proibida.
  • O Estatuto do Idoso se aplica em conjunto com a convenção do prédio. Geralmente, cada um deles têm uma regra específica sobre quando se aplica a prioridade em sorteios. Mas, nesses casos, vale priorizar o bom senso.
  • Hoje em dia construtoras fazem prédios enormes com portarias pequenas. Com isso os funcionários ficam sobrecarregados. Ter um sistema para avisá-los pode facilitar o trabalho.
  • Cada condomínio tem suas regras para os murais de comunicação, mas ao afixar comunicados aos condôminos, síndicos devem ter cuidado ao expressar as orientações. É importante transmitir com objetividade, e se atentar para opiniões pessoais que podem ser consideradas ofensivas. Em avisos de inadimplência, por exemplo, é fundamental não expor a identidade de devedores.
  • Serviços podem ser prestados dentro do condomínio sem problemas, mas atender gente de fora não deve ser permitido. Entra e sai de visitantes gasta água, energia dos elevadores e ainda fragiliza segurança.
  • Gasto com mão de obra pode representar até 70% das despesas do prédio, por isso, muitos acabam demitindo funcionários. Medida é legal, mas o assunto precisa ser discutido com os moradores, porque não é só uma questão de dinheiro, mas também de segurança.
  • A administração do prédio fica obrigada a resolver o problema apenas quando ele acontece na prumada central do edifício. Se for nos ramais internos, ou seja, entre apartamentos, a solução deve ser dada pelo morador.
  • Na maioria dos casos de furto e roubo em condomínios, os bandidos entram pela porta da frente, usando informações prévias sobre o alvo. Não adianta investir em equipamentos de segurança se o porteiro não for bem treinado e o morador não cumprir as normas do prédio.
  • STF decidiu que bem único de fiador não pode ser penhorável por se tratar de patrimônio de família. Parecer é ruim para locatários porque abre brecha para que inadimplência do inquilino não seja ressarcida.
  • Ás vezes ocorre o uso nocivo da propriedade, quando alguém é coproprietário e utiliza mais o condomínio que os outros. Basta que o síndico notifique e, se for o caso, multe o condômino que está incorrendo no erro.
  • Na semana passada, a Câmara dos Deputados aprovou um texto sobre o assunto, que ainda precisa passar pelo Senado. Caso ela seja aprovada, a multa em caso de distrato pode chegar a 50% do valor pago pelos consumidores às incorporadoras.
  • A pessoa tem exatamente os mesmos direitos do que o dono, só não pode votar. Se quiser, pode pedir uma procuração ao proprietário para poder votar também.
  • Projeto piloto do Sindicato de Habitação do Rio foi batizado de ‘Luz Azul’. Câmeras de segurança serão implementadas fachadas de prédios no Centro do cidade. As imagens poderão ser compartilhadas em tempo real com o batalhão e a delegacia policial da área.
  • Se a taxa cobrada for pequena, não há problema na cobrança. Mas se a festa for grande, precisa ser aprovada em assembleia.
  • Não é justo cobrar mais de quem precisa usar o elevador, porque não há essa cobrança de quem usa mais outras instalações como a piscina ou a sauna, por exemplo. De qualquer forma, medida precisa ser aprovada em convenção.
  • O ideal é que o condomínio monte uma sala para acomodar essas pessoas. Não é permitida a presença desses profissionais na portaria do prédio e no hall de entrada. Esses espaços são áreas de passagem.
  • Ocupação do espaço deve priorizar a integração entre moradores. Em caso de hóspedes ou vizinhos de outros locais interessados no uso da dependência, autorização deve ser ponderada para não prejudicar normas.
  • O órgão conversa com o síndico e nomeia um assistente social para monitorar o jovem que apresenta desvios de comportamento. Dependendo da gravidade, caso pode até ser levado para a vara da infância.
  • O corte de árvores sem aval do governo constitui crime ambiental. Caso o protocolo junto à Prefeitura demore a ser oficializado, os síndicos podem recorrer ao Judiciário para obter uma liminar que permita a poda.
  • Tem gente que acha que do portão para dentro não tem lei. Se houver crime em flagrante, como menor no volante, síndico deve multar e chamar a polícia.
  • Além disso, essas intervenções são importantes para o cumprimento de leis. Neste caso, essas obras podem ser aprovadas por maioria simples.
  • Se a pessoa em questão ficar mais do que apenas algumas horas em um apartamento, sim. O visitante já não tem esse direito.
  • A utilização desse meio pode fragilizar a segurança dos condomínios e provocar acidentes. Neste caso, o síndico pode proibir. A solução seria alugar a vaga para um vizinho.
  • O engenheiro é obrigado a apresentar algumas informações sobre as intervenções em imóveis. Entre elas, o prazo de início e fim. Se os horários estiverem sendo respeitados, o jeito é torcer para acabar logo.
  • Se não houver estrutura adequada, a prática deve ser proibida, porque a fumaça pode incomodar os vizinhos. Para não se indispor com os moradores, o síndico pode pedir para a administradora do condomínio avisar aos que desrespeitarem a norma.
  • Falta bom senso às vezes de compreender que prédio residencial não é clube.
  • Objetivo é prevenir acidentes com anúncio sonoro e visual. Condomínios têm seis meses para se adaptar. Custo médio do equipamento é de R$ 900.
  • Não adianta o condomínio investir em segurança se os próprios condôminos não respeitam condutas básicas. Uma possível solução para esses problemas é punir os moradores com multas pagas em dinheiro.

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