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Os drones já estão sendo usados na inspeção predial e na segurança dos condomínios

Administração de Condomínios

A utilização de drones vem se tornando cada dia mais comum em atividades comerciais e industriais. O uso do equipamento está em ascensão, uma vez que capta melhores ângulos para fotos e filmagens em locais de difíceis acessos. E nos condomínios, os drones têm alguma utilidade?

Em cidades como Florianópolis, Balneário Camboriú e Itapema, onde dezenas de condomínios verticais ganham o céu anualmente, seria possível utilizar a tecnologia de drones como aliadas do síndico? O engenheiro Ítalo Coutinho, diretor do IBAPE-MG (Instituto Brasileiro de Avaliações e Perícias), e especialista em Gestão de Projetos, garante que sim, os drones são de grande utilidade na manutenção e prevenção condominial.

“O VANT (veículo aéreo não tripulado), como gostamos de chamar o drone, pode ser utilizado para inspeções de manutenção, detectar problemas e até mesmo para a segurança do condomínio. Imagina a seguinte situação: por mais que tenhamos acesso por telhado e áreas abertas, o VANT sempre irá nos proporcionar uma visão privilegiada e com mais detalhes. É possível identificar defeitos e prever situações futuras de insegurança, aquele local onde ninguém imaginaria que por ali um meliante poderia invadir para cometer crimes”, explica Ítalo.

Ítalo, que é de Minas Gerais e vem expandindo seu trabalho pelo Brasil, destaca que os drones não servem apenas para saber a real situação de telhados e infiltrações, por exemplo. Mas, observa, ajudam a combater o acúmulo de água parada que serve de criadouro para mosquitos e outros insetos. “Trabalho em altura sempre traz grandes riscos, com o uso do VANT é possível realizar uma inspeção completa, com precisão e rapidez. Os dados são gerados automaticamente e o síndico, junto com um especialista, podem avaliar as melhores medidas a serem tomadas. Na dúvida a imagem é refeita, ou melhor, aproximada pelo equipamento em pleno voo”, expõe.

O engenheiro e sua equipe desenvolvem o serviço de inspeções prediais com drones desde o final de 2013. No entanto, revela, foi somente em 2015 que “condomínios e síndicos perceberam seu valor”. Segundo Ítalo, a procura tem crescido, inclusive para elaboração de laudos de vistoria cautelar, quando uma obra vai ser desenvolvida e seu entorno precisa ser mapeado, algo muito comum em Balneário Camboriú, exemplifica o engenheiro.

Imagens rápidas e seguras

Ítalo é um dos precursores do mercado de drones em instalações prediais, mas a prática já é observada em cidades como Balneário Camboriú e Florianópolis, onde fotógrafos profissionais compram os drones e prestam serviços para construtoras que erguem edifícios nas cidades. Nesses trabalhos, muitas vezes os contratantes querem apenas que o profissional faça uma captação de imagens com o drone por mês e, ao final da construção, seja feita uma time lapse da obra em andamento, sua evolução durante o tempo e o modo como foi concluída.

O engenheiro Ítalo afirma que outros nichos de mercado são atingidos pelos drones. “Temos utilizado o VANT para inspeções prediais, não somente para unidades habitacionais, mas também estacionamentos e supermercados. O equipamento consegue realizar um trabalho rápido e seguro e seu uso em inspeções é amparado inclusive por normas técnicas de avaliações e perícias”, comenta.

Sobre a avaliação que o profissional faz em relação ao uso da ferramenta drone em edifícios residenciais, e a forma como isso pode ajudar o síndico catarinense, ele lembra que hoje “é preciso sempre pensar em economia, praticidade e segurança”.

“Temos um cliente que nos contratou para fazermos inspeções a cada dois meses, e ele tem economizado bastante, antecipando ações de troca de telhas, possíveis focos de mosquitos (em acúmulo de água) e avaliado a segurança da sua propriedade”, exemplifica Ítalo, antes de completar: “O serviço comparado com os prejuízos causados quando não se antecipam ações de manutenção tem uma excelente relação custo-benefício”.

Fonte: Jornal do condomínio sc 

Vídeo Institucional

- Condomínio Legal

  • A construtora tem razão. Quando você compra um imóvel na planta, você só pode visitá-lo quando ele estiver 100% pronto. Cada morador irá vistoriar o apartamento quanto tiver a chave.
  • Infelizmente não é obrigatório. Para os prédios novos, ideal é que construtoras já entregassem com gerador. Nos prédios antigos, para instalar, é bem caro. É um conforto importante que deveria ser priorizado.
  • Dinheiro poupado tem como destino as emergências. Nesse caso, o síndico pode usar a verba quando precisar e depois comunicar aos moradores. Compras de equipamentos para a academia, por exemplo, precisam ser aprovadas antes pelos condôminos.
  • Seguro residencial ajuda a diminuir o prejuízo em casos como este. Condomínio precisa também investir em tecnologia.
  • Solução mais simples é alguém que gosta muito do cãozinho adotá-lo. Deixar ele na área comum não está certo. Se incomodar alguém, o síndico, infelizmente, precisa tirá-lo de lá.
  • Ideal é que o grupo seja usado como uma ferramenta de gestão e apenas para questões emergenciais. Não pode abrir espaço para fofocas e ataques pessoais. Dúvidas, ideias ou reclamações não-emergenciais precisam de um outro canal.
  • Quem faz isso atrapalha os vizinhos, que não conseguem marcar festas, e também prejudica as contas do condomínio, já que o cancelamento normalmente é de graça.
  • É preciso pagar o dobro sim. Cada imóvel tem uma matrícula. Quando se ocupa dois terrenos juntos, há duas matrículas e é preciso, sim, pagar dois boletos de condomínio.
  • Em condomínios com piscinas geladas, é difícil definir se a obra para aquecer seria voluptuária (com necessidade de 2/3 para para aprovação), útil (necessidade de 50% mais um voto) ou necessária (que se aprova com maioria simples dos presentes). A obra valorizaria o apartamento e levaria benefícios aos condôminos.
  • Isso encarece demais o condomínio. Alguns interpretam a lei e consideram que um professor de educação física também é necessário nas academias. Regra é em prol da segurança, mas não podemos esquecer que a academia do prédio é extensão da nossa casa e não é um clube.
  • A porta de correr que divide a varanda da sala tem sido um item desprezado por novos moradores, que preferem a sacada envidraçada e integrada ao restante do apartamento. Em alguns imóveis, porém, a retirada é proibida.
  • O Estatuto do Idoso se aplica em conjunto com a convenção do prédio. Geralmente, cada um deles têm uma regra específica sobre quando se aplica a prioridade em sorteios. Mas, nesses casos, vale priorizar o bom senso.
  • Hoje em dia construtoras fazem prédios enormes com portarias pequenas. Com isso os funcionários ficam sobrecarregados. Ter um sistema para avisá-los pode facilitar o trabalho.
  • Cada condomínio tem suas regras para os murais de comunicação, mas ao afixar comunicados aos condôminos, síndicos devem ter cuidado ao expressar as orientações. É importante transmitir com objetividade, e se atentar para opiniões pessoais que podem ser consideradas ofensivas. Em avisos de inadimplência, por exemplo, é fundamental não expor a identidade de devedores.
  • Serviços podem ser prestados dentro do condomínio sem problemas, mas atender gente de fora não deve ser permitido. Entra e sai de visitantes gasta água, energia dos elevadores e ainda fragiliza segurança.
  • Gasto com mão de obra pode representar até 70% das despesas do prédio, por isso, muitos acabam demitindo funcionários. Medida é legal, mas o assunto precisa ser discutido com os moradores, porque não é só uma questão de dinheiro, mas também de segurança.
  • A administração do prédio fica obrigada a resolver o problema apenas quando ele acontece na prumada central do edifício. Se for nos ramais internos, ou seja, entre apartamentos, a solução deve ser dada pelo morador.
  • Na maioria dos casos de furto e roubo em condomínios, os bandidos entram pela porta da frente, usando informações prévias sobre o alvo. Não adianta investir em equipamentos de segurança se o porteiro não for bem treinado e o morador não cumprir as normas do prédio.
  • STF decidiu que bem único de fiador não pode ser penhorável por se tratar de patrimônio de família. Parecer é ruim para locatários porque abre brecha para que inadimplência do inquilino não seja ressarcida.
  • Ás vezes ocorre o uso nocivo da propriedade, quando alguém é coproprietário e utiliza mais o condomínio que os outros. Basta que o síndico notifique e, se for o caso, multe o condômino que está incorrendo no erro.
  • Na semana passada, a Câmara dos Deputados aprovou um texto sobre o assunto, que ainda precisa passar pelo Senado. Caso ela seja aprovada, a multa em caso de distrato pode chegar a 50% do valor pago pelos consumidores às incorporadoras.
  • A pessoa tem exatamente os mesmos direitos do que o dono, só não pode votar. Se quiser, pode pedir uma procuração ao proprietário para poder votar também.
  • Projeto piloto do Sindicato de Habitação do Rio foi batizado de ‘Luz Azul’. Câmeras de segurança serão implementadas fachadas de prédios no Centro do cidade. As imagens poderão ser compartilhadas em tempo real com o batalhão e a delegacia policial da área.
  • Se a taxa cobrada for pequena, não há problema na cobrança. Mas se a festa for grande, precisa ser aprovada em assembleia.
  • Não é justo cobrar mais de quem precisa usar o elevador, porque não há essa cobrança de quem usa mais outras instalações como a piscina ou a sauna, por exemplo. De qualquer forma, medida precisa ser aprovada em convenção.
  • O ideal é que o condomínio monte uma sala para acomodar essas pessoas. Não é permitida a presença desses profissionais na portaria do prédio e no hall de entrada. Esses espaços são áreas de passagem.
  • Ocupação do espaço deve priorizar a integração entre moradores. Em caso de hóspedes ou vizinhos de outros locais interessados no uso da dependência, autorização deve ser ponderada para não prejudicar normas.
  • O órgão conversa com o síndico e nomeia um assistente social para monitorar o jovem que apresenta desvios de comportamento. Dependendo da gravidade, caso pode até ser levado para a vara da infância.
  • O corte de árvores sem aval do governo constitui crime ambiental. Caso o protocolo junto à Prefeitura demore a ser oficializado, os síndicos podem recorrer ao Judiciário para obter uma liminar que permita a poda.
  • Tem gente que acha que do portão para dentro não tem lei. Se houver crime em flagrante, como menor no volante, síndico deve multar e chamar a polícia.

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