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Otis Brasil lança nova versão do Sistema de Monitoramento Remoto de Elevadores

Administração de Condomínios

A Elevadores Otis está lançando no Brasil o sistema REM 6.0, a mais nova versão do seu sistema de monitoramento remoto de elevadores. Com mais de meio milhão de dispositivos REM instalados no mundo todo, a Otis continua a ser líder na tecnologia de monitoramento remoto de elevadores. A Otis é uma unidade da United Technologies Corp. (NYSE: UTX).

Para oferecer a todos os usuários e administradores de edifícios uma experiência mais confiável e confortável, o sistema REM monitora o desempenho de elevadores de forma remota, 24 horas por dia. Se o sistema REM detectar um potencial problema, diagnosticará a causa e a localização e realizará automaticamente uma chamada para o Centro de Atendimento ao Cliente da Otis. Um técnico da Otis será enviado quando necessário. Essa nova versão inclui um aumento no número de sensores de dados e um upgrade do modem REM 6.0 para detectar irregularidades de forma proativa e ainda mais rápido. Esse melhor tempo de resposta maximiza o tempo de atividade dos elevadores.

"Na era da conectividade, a Otis está inovando mais uma vez ao possibilitar uma comunicação direta entre o elevador e o nosso Centro de Atendimento ao Cliente, o que geralmente nos permite antecipar, identificar e solucionar irregularidades antes que elas interrompam a operação,” disse Fernando Peiter, Diretor de Vendas e Marketing da Otis Brasil. “É uma enorme satisfação oferecer aos nossos clientes uma nova geração de soluções de serviços, onde tecnologia, conforto e segurança convergem para proporcionar uma melhor experiência para nossos clientes".

O sistema REM identifica os incidentes de manutenção mais comuns antes que eles interrompam a operação. Detecta os componentes deteriorados e as anormalidades intermitentes que talvez não sejam identificados até causarem solicitações de serviços de manutenção. Veja como funciona:

· O software de diagnóstico monitora continuamente os elevadores e envia dados para a unidade REM localizada na casa de máquinas.

· A unidade REM envia essas informações para o Centro de Atendimento ao Cliente.

· Os dados são categorizados por urgência e analisados pelos representantes do Centro de Atendimento ao Cliente.

· Um representante do Centro de Atendimento ao Cliente alerta o técnico de campo, quando necessário.

· O técnico chega ao local da chamada com as informações, ferramentas e peças específicas para reparar o elevador.

Como o monitoramento REM é realizado on-line, as equipes de serviço podem detectar, reportar e solucionar as irregularidades intermitentes e outras situações sem que os usuários percebam. O sistema REM é fácil e rápido de instalar. Uma linha telefônica é tudo o que é necessário. Para obter mais informações sobre a Otis Brasil, visite www.otis.com.br.

Fonte: Jornal dos condomínios

Vídeo Institucional

- Condomínio Legal

  • STF decidiu que bem único de fiador não pode ser penhorável por se tratar de patrimônio de família. Parecer é ruim para locatários porque abre brecha para que inadimplência do inquilino não seja ressarcida.
  • Ás vezes ocorre o uso nocivo da propriedade, quando alguém é coproprietário e utiliza mais o condomínio que os outros. Basta que o síndico notifique e, se for o caso, multe o condômino que está incorrendo no erro.
  • Na semana passada, a Câmara dos Deputados aprovou um texto sobre o assunto, que ainda precisa passar pelo Senado. Caso ela seja aprovada, a multa em caso de distrato pode chegar a 50% do valor pago pelos consumidores às incorporadoras.
  • A pessoa tem exatamente os mesmos direitos do que o dono, só não pode votar. Se quiser, pode pedir uma procuração ao proprietário para poder votar também.
  • Projeto piloto do Sindicato de Habitação do Rio foi batizado de ‘Luz Azul’. Câmeras de segurança serão implementadas fachadas de prédios no Centro do cidade. As imagens poderão ser compartilhadas em tempo real com o batalhão e a delegacia policial da área.
  • Se a taxa cobrada for pequena, não há problema na cobrança. Mas se a festa for grande, precisa ser aprovada em assembleia.
  • Não é justo cobrar mais de quem precisa usar o elevador, porque não há essa cobrança de quem usa mais outras instalações como a piscina ou a sauna, por exemplo. De qualquer forma, medida precisa ser aprovada em convenção.
  • O ideal é que o condomínio monte uma sala para acomodar essas pessoas. Não é permitida a presença desses profissionais na portaria do prédio e no hall de entrada. Esses espaços são áreas de passagem.
  • Ocupação do espaço deve priorizar a integração entre moradores. Em caso de hóspedes ou vizinhos de outros locais interessados no uso da dependência, autorização deve ser ponderada para não prejudicar normas.
  • O órgão conversa com o síndico e nomeia um assistente social para monitorar o jovem que apresenta desvios de comportamento. Dependendo da gravidade, caso pode até ser levado para a vara da infância.
  • O corte de árvores sem aval do governo constitui crime ambiental. Caso o protocolo junto à Prefeitura demore a ser oficializado, os síndicos podem recorrer ao Judiciário para obter uma liminar que permita a poda.
  • Tem gente que acha que do portão para dentro não tem lei. Se houver crime em flagrante, como menor no volante, síndico deve multar e chamar a polícia.
  • Além disso, essas intervenções são importantes para o cumprimento de leis. Neste caso, essas obras podem ser aprovadas por maioria simples.
  • Se a pessoa em questão ficar mais do que apenas algumas horas em um apartamento, sim. O visitante já não tem esse direito.
  • A utilização desse meio pode fragilizar a segurança dos condomínios e provocar acidentes. Neste caso, o síndico pode proibir. A solução seria alugar a vaga para um vizinho.
  • O engenheiro é obrigado a apresentar algumas informações sobre as intervenções em imóveis. Entre elas, o prazo de início e fim. Se os horários estiverem sendo respeitados, o jeito é torcer para acabar logo.
  • Se não houver estrutura adequada, a prática deve ser proibida, porque a fumaça pode incomodar os vizinhos. Para não se indispor com os moradores, o síndico pode pedir para a administradora do condomínio avisar aos que desrespeitarem a norma.
  • Falta bom senso às vezes de compreender que prédio residencial não é clube.
  • Objetivo é prevenir acidentes com anúncio sonoro e visual. Condomínios têm seis meses para se adaptar. Custo médio do equipamento é de R$ 900.
  • Não adianta o condomínio investir em segurança se os próprios condôminos não respeitam condutas básicas. Uma possível solução para esses problemas é punir os moradores com multas pagas em dinheiro.
  • É esse laudo que atesta que o condomínio está prevenido para qualquer acidente. Antes de dar entrada no documento, síndico deve se programar e pode até contratar engenheiro de segurança para ajudar no levantamento de obras necessárias.
  • Condomínio deve, num primeiro momento, mandar uma advertência. Caso o morador não mude de atitude, ele pode ser multado. Se infestação de pombos estiver muito avançada, o prédio deve contratar uma empresa especializada no combate aos animais.
  • Em 2018, é preciso exercitar a gentileza no trato com o vizinho, consciência em cumprir os deveres do dia a dia e tolerância para lidar com os problemas.
  • Maior uso da tecnologia para criar canais oficiais entre prédios e moradores também foi um fator positivo em 2017. Por outro lado, vizinhos passaram a criar pequenos grupos em aplicativos de mensagem para criticar a administração. Isso é ruim porque, muitas vezes, o síndico acaba sendo o último a saber dos problemas.
  • Se o imóvel estiver ocupado há mais de cinco anos, sem que haja reclamação do dono no papel e com o pagamento de contas, a regra se aplica.
  • Regra que permite apenas cães de pequeno porte é antiga, mal redigida e não funciona. Condomínios mais modernos costumam trazer um capítulo dedicado às normas de convivência com animais, que incluir regulamentação das formas de transporte e do uso de focinheira, por exemplo. O importante é oferecer segurança e sossego aos vizinhos.
  • Por causa da situação do mercado atual, quem optou por adquirir um apartamento em construção há três anos, não vai lucrar com a decisão, e pode acabar tendo a sensação de que perdeu dinheiro com o negócio. Uma solução é tentar renegociar com construtora.
  • Em São Paulo, moradores de um condomínio da Zona Sul foram vítimas de um arrastão. A ação durou cerca de 3 horas. Até crianças foram vítimas dos bandidos.
  • Festas nas áreas de churrasqueiras exigem prudência. Música alta pode gerar problemas até com a polícia e a necessidade de um boletim de ocorrência.
  • Casos de unidades habitacionais que reúnem muitas pessoas podem despertar disputas entre vizinhos. No entanto, não existe uma legislação específica para esse tema.

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