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Pintura deve ser planejada.

Administração de Condomínios

De três a cinco anos: este é o tempo recomendado para fazer a manutenção da pintura do edifício. Para valorizar o condomínio, é preciso planejamento e investimento em material de qualidade na hora de renovar as cores da fachada.

No condomínio residencial Santorini Park, em Criciúma, a revitalização da pintura foi um consenso entre os moradores, que estavam preparados para conservar o bom aspecto do imóvel. A síndica Renata Damiani, há oito meses atuando na função, lembra que desde a gestão anterior o condomínio estava se preparando para ter um bom valor em caixa. “No começo do ano fizemos uma reunião sobre o tema e tivemos a aprovação dos moradores. Fizemos três orçamentos e nos preparamos para contratar a empresa que melhor negociou. Deu tudo certo”, conta a síndica.

Antes do início do serviço, uma parte importante foi a comunicação interna entre os moradores. “Colocamos um comunicado e entregamos uma carta explicando quando seria realizado o trabalho, para que todos estivessem preparados”, destaca. Renata lembra também que o condomínio escolheu a marca dos produtos que seriam usados, e a empresa prestadora do serviço auxiliou na escolha das cores, fazendo provas.

“Primeiro eles lavaram o prédio,depois cuidaram das rachaduras e em seguida fizeram a pintura. Ao todo, foram menos de dois meses de trabalho, com muita eficiência e agilidade”, comenta.

A dica da síndica é, na hora de escolher a empresa prestadora de serviço, optar por aquela que tem melhor conhecimento sobre o assunto e que possa dar assistência e garantias necessárias para um serviço de confiança. “É importante procurar empresas que dão suporte”, diz Renata.

Dicas

Manter o aspecto de um prédio bem cuidado é fundamental para a valorização do imóvel. Nesse sentido, a recomendação é renovar a pintura em um período de tempo de três a cinco anos, no máximo. Segundo Alexandre Dagostin, diretor de uma construtora da região, é importante trabalhar com tintas de qualidade, de primeira linha, e usar todos os complementos e tintas da mesma marca, para poder ter a garantia de fábrica. “Materiais como massa corrida, massa acrílica, fundo preparador e selador devem ser do mesmo fabricante”, explica.

No sul catarinense, esta é uma época propícia para a pintura predial. “É melhor quando o tempo está mais seco”, afirma Dagostin. Na região, a pintura pode ficar exposta aos resíduos da extração de carvão e à poeira. “Esses fatores agridem um pouco mais a pintura. Por isso, é importante o síndico e os moradores elaborarem um cronograma de obras”, declara.

Estar atento aos reparos é um ato importante tanto por parte do síndico quanto dos moradores, que devem contribuir e apoiar obras de conservação nos seus edifícios. “É importante a consciência de fazer ações preventivas. Na prática, deveria funcionar sempre assim: com manutenção periódica para custar menos, visto que o certo é diminuir custos”, explica. Dagostin destaca que alguns prédios já estão tomando essa linha de raciocínio. “Inclusive, alguns condomínios já contratam engenheiros assim que a construtora entrega o prédio, e esses profissionais fazem um laudo que indica a manutenção preventiva”, completa. Dagostin lembra também que, além da pintura, é preciso fazer manutenção da parte elétrica, hidráulica, do revestimento de fachada e dos pisos, inclusive para ter a garantia efetiva da construtora.

Fonte: Jornal do condomínio sc

Vídeo Institucional

- Condomínio Legal

  • STF decidiu que bem único de fiador não pode ser penhorável por se tratar de patrimônio de família. Parecer é ruim para locatários porque abre brecha para que inadimplência do inquilino não seja ressarcida.
  • Ás vezes ocorre o uso nocivo da propriedade, quando alguém é coproprietário e utiliza mais o condomínio que os outros. Basta que o síndico notifique e, se for o caso, multe o condômino que está incorrendo no erro.
  • Na semana passada, a Câmara dos Deputados aprovou um texto sobre o assunto, que ainda precisa passar pelo Senado. Caso ela seja aprovada, a multa em caso de distrato pode chegar a 50% do valor pago pelos consumidores às incorporadoras.
  • A pessoa tem exatamente os mesmos direitos do que o dono, só não pode votar. Se quiser, pode pedir uma procuração ao proprietário para poder votar também.
  • Projeto piloto do Sindicato de Habitação do Rio foi batizado de ‘Luz Azul’. Câmeras de segurança serão implementadas fachadas de prédios no Centro do cidade. As imagens poderão ser compartilhadas em tempo real com o batalhão e a delegacia policial da área.
  • Se a taxa cobrada for pequena, não há problema na cobrança. Mas se a festa for grande, precisa ser aprovada em assembleia.
  • Não é justo cobrar mais de quem precisa usar o elevador, porque não há essa cobrança de quem usa mais outras instalações como a piscina ou a sauna, por exemplo. De qualquer forma, medida precisa ser aprovada em convenção.
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  • Ocupação do espaço deve priorizar a integração entre moradores. Em caso de hóspedes ou vizinhos de outros locais interessados no uso da dependência, autorização deve ser ponderada para não prejudicar normas.
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  • Além disso, essas intervenções são importantes para o cumprimento de leis. Neste caso, essas obras podem ser aprovadas por maioria simples.
  • Se a pessoa em questão ficar mais do que apenas algumas horas em um apartamento, sim. O visitante já não tem esse direito.
  • A utilização desse meio pode fragilizar a segurança dos condomínios e provocar acidentes. Neste caso, o síndico pode proibir. A solução seria alugar a vaga para um vizinho.
  • O engenheiro é obrigado a apresentar algumas informações sobre as intervenções em imóveis. Entre elas, o prazo de início e fim. Se os horários estiverem sendo respeitados, o jeito é torcer para acabar logo.
  • Se não houver estrutura adequada, a prática deve ser proibida, porque a fumaça pode incomodar os vizinhos. Para não se indispor com os moradores, o síndico pode pedir para a administradora do condomínio avisar aos que desrespeitarem a norma.
  • Falta bom senso às vezes de compreender que prédio residencial não é clube.
  • Objetivo é prevenir acidentes com anúncio sonoro e visual. Condomínios têm seis meses para se adaptar. Custo médio do equipamento é de R$ 900.
  • Não adianta o condomínio investir em segurança se os próprios condôminos não respeitam condutas básicas. Uma possível solução para esses problemas é punir os moradores com multas pagas em dinheiro.
  • É esse laudo que atesta que o condomínio está prevenido para qualquer acidente. Antes de dar entrada no documento, síndico deve se programar e pode até contratar engenheiro de segurança para ajudar no levantamento de obras necessárias.
  • Condomínio deve, num primeiro momento, mandar uma advertência. Caso o morador não mude de atitude, ele pode ser multado. Se infestação de pombos estiver muito avançada, o prédio deve contratar uma empresa especializada no combate aos animais.
  • Em 2018, é preciso exercitar a gentileza no trato com o vizinho, consciência em cumprir os deveres do dia a dia e tolerância para lidar com os problemas.
  • Maior uso da tecnologia para criar canais oficiais entre prédios e moradores também foi um fator positivo em 2017. Por outro lado, vizinhos passaram a criar pequenos grupos em aplicativos de mensagem para criticar a administração. Isso é ruim porque, muitas vezes, o síndico acaba sendo o último a saber dos problemas.
  • Se o imóvel estiver ocupado há mais de cinco anos, sem que haja reclamação do dono no papel e com o pagamento de contas, a regra se aplica.
  • Regra que permite apenas cães de pequeno porte é antiga, mal redigida e não funciona. Condomínios mais modernos costumam trazer um capítulo dedicado às normas de convivência com animais, que incluir regulamentação das formas de transporte e do uso de focinheira, por exemplo. O importante é oferecer segurança e sossego aos vizinhos.
  • Por causa da situação do mercado atual, quem optou por adquirir um apartamento em construção há três anos, não vai lucrar com a decisão, e pode acabar tendo a sensação de que perdeu dinheiro com o negócio. Uma solução é tentar renegociar com construtora.
  • Em São Paulo, moradores de um condomínio da Zona Sul foram vítimas de um arrastão. A ação durou cerca de 3 horas. Até crianças foram vítimas dos bandidos.
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  • Casos de unidades habitacionais que reúnem muitas pessoas podem despertar disputas entre vizinhos. No entanto, não existe uma legislação específica para esse tema.

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