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Portaria virtual segura

Administração de Condomínios

Há alguns anos, a possibilidade de contar com uma portaria remota era quase ficção científica.  Hoje, porém, o cenário é diferente. A grande maioria dos condomínios está em busca de uma maneira de aumentar o nível de segurança no local, sem que isso tenha um impacto muito grande nas contas do condomínio.

Quem opta por uma portaria virtual com tecnologia de ponta, pode conseguir unir as duas vontades: mais segurança e menos custos. Isso porque ao se implantar uma portaria do tipo em um condomínio, dispensa-se o profissional de portaria.

Como se sabe, o custo mais significativo no condomínio é com funcionários. Se o condomínio conta com duas portarias, isso significa uma média de oito profissionais sendo pagos por mês.

Próprios ou terceirizados, esses colaboradores representam certo custo para o empreendimento.

Outro ponto a ser levado em conta é a substituição do homem pela tecnologia. Como se viu há algum tempo, foi estimado que cerca de 70% dos porteiros e vigias dormem em seus postos no período da noite -cenário longe do ideal de segurança para um condomínio.

O que é

O “pulo do gato” para fazer um condomínio mais seguro e com uma taxa condominial mais barata é a tecnologia.

É com o uso de muitas câmeras ligadas à internet, software inteligente e principalmente, equipamento biométrico, que a possibilidade de viver sem porteiro se torna realidade.
 

“A biometria é atualmente a única tecnologia disponível capaz de saber que aquela pessoa que está querendo entrar no condomínio é realmente o morador ou o prestador de serviços, e não alguém querendo se passar por ela”, explica Delson Coelho, diretor da White, empresa de segurança com foco em condomínios.

Como funciona

Ele explica implantar a portaria virtual segura em um condomínioenvolve equipamentos, tecnologia e prestação de serviços.

“Instalamos os equipamentos de biometria em dois locais: na entrada de serviço e na da garagem. Para entrar com o carro sugerimosque o controle remoto inclonável seja utilizado no primeiro portão. No segundo, o morador coloca o dedo no equipamento de biometria”, ensina Delson.

Há três pontos importantes no momento em que o morador está usando o equipamento de biometria:

  1. Ele está conectado com a central da empresa de segurança – inclusive com vídeo e som, o que permite ao morador “conversar” com o operador se houver algum problema
  2. Caso alguém mal intencionado esteja dentro do carro, o morador pode usar o “dedo do pânico silencioso” – o dedo que é cadastrado especialmente para ser usado nesses casos
  3. Se isso acontecer, o operador da empresa é prontamente avisado – e ele já consegue acionar a polícia para ir ao local

Além dos equipamentos de biometria, há câmerasligadas à internet que transmitem diversas áreas do condomínio, como entrada e saída da garagem, entrada de pedestres,clausura, chegada aos elevadores, etc.. Além de enviar essas imagens para a central da White, as gravações ficam salvas em uma nuvem. Assim, a empresa e o condomínio sempre conseguirão, futuramente, acessar as imagens das áreas comuns.

Há também outros tipos de equipamentos instalados nos condomínios que buscam esse serviço, como detectores de travamento. Assim, de dentro da empresa, o operador pode não apenas avisar o zelador que o portão da garagem ficou aberto – ele pode sozinho, fechá-lo, sem maiores problemas.

Colaborador

Sem porteiro, o zelador se torna uma figura ainda mais central no condomínio. É ele quem irá recepcionar os entregadores. Para não diminuir o nível de segurança, qualquer prestador de serviço deve ser cadastrado biometricamente antes de entrar no condomínio – o que afasta, e muito, qualquer mal intencionado.

Para executar bem esse papel, a empresa oferece treinamento de até três dias no local. Assim, o zelador aprende a lidar com o sistema, com os equipamentos, e também pode ajudar a cadastrar novos moradores.

Se o condomínio mudar de zelador, o novo colaborador também será capacitado pela empresa.

Custos

Além da taxa de R$ 4 mil mensais paga por clientes com até 80 unidades, o custo mais significativo para os clientes que optam pela portaria virtual segura são os equipamentos de biometria.
Geralmente são necessários dois ou três por condomínio e sai em torno de R$ 50 mil pelos três, já considerados os custos de instalação. Também é possível alugar os equipamentos a R$ 1.200 por mês. Além disso, há que se considerar os custos com uma boa conexão de internet, para enviar os dados à empresa de segurança em tempo real.

“Temos clientes cuja taxa condominial caiu pela metade apósinstalar a portaria virtual segura. Uma economia de mil reais por mês, por unidade, é algo muito significativo. E isso, com ganho no nível de segurança. O condomínio não perde nada”, argumenta Delson Coelho, da White.

http://www.whitebr.com/Portaria-Virtual.aspx

Vídeo Institucional

- Condomínio Legal

  • Regra que permite apenas cães de pequeno porte é antiga, mal redigida e não funciona. Condomínios mais modernos costumam trazer um capítulo dedicado às normas de convivência com animais, que incluir regulamentação das formas de transporte e do uso de focinheira, por exemplo. O importante é oferecer segurança e sossego aos vizinhos.
  • Por causa da situação do mercado atual, quem optou por adquirir um apartamento em construção há três anos, não vai lucrar com a decisão, e pode acabar tendo a sensação de que perdeu dinheiro com o negócio. Uma solução é tentar renegociar com construtora.
  • Em São Paulo, moradores de um condomínio da Zona Sul foram vítimas de um arrastão. A ação durou cerca de 3 horas. Até crianças foram vítimas dos bandidos.
  • Festas nas áreas de churrasqueiras exigem prudência. Música alta pode gerar problemas até com a polícia e a necessidade de um boletim de ocorrência.
  • Casos de unidades habitacionais que reúnem muitas pessoas podem despertar disputas entre vizinhos. No entanto, não existe uma legislação específica para esse tema.
  • Se o assunto foi debatido entre os moradores e as regras internas foram alteradas da maneira correta, não existem impedimentos legais para que essa mudança aconteça.
  • Caso haja autorização das autoridades municipais, não é necessário que todos os condôminos compareçam ao encontro para autorizar a internação.
  • Pessoas que ocupam o comando do condomínio por décadas podem pensar que são os proprietários de todo esse espaço. Para mudar a situação, é necessário que exista uma participação efetiva de todos os condôminos.
  • Nem todos os síndicos permitem assembleias com todos os moradores para tratar dos assuntos com os moradores. Entretanto, é importante que esses pequenos grupos apresentem os resultados para os outros condôminos.
  • Mesmo se o proprietário tiver direito a um espaço muito grande, o morador não será autorizado a colocar mais veículos do que o permitido. É possível até mesmo convocar uma assembleia para discutir o tema.
  • É preciso analisar se a situação põe em risco o sossego, a saúde ou a segurança dos moradores.
  • É preciso ter paciência com a convivência em grupo. Entrar com uma ação nessas circunstâncias pode ser entendido como um ato de vingança e a chance de perder na Justiça é grande.
  • Aumento da circulação de pessoas e maior consumo de água e energia elétrica, por exemplo, são problemas gerados pelo uso comercial do imóvel. Síndico precisa atuar como um juiz para mediar os conflitos nessa situação.
  • Se prédio passar por reforma e aparelho estiver fora dos padrões, morador vai precisar arcar com despesas para se adequar às normas.
  • Casos de roubos se tornaram pontuais por conta dos investimentos na segurança particular. No entanto, o poder público nas cidades brasileiras não tem conseguido desenvolver políticas para conter a escalada de criminalidade.
  • A legislação e a falta de dinamismo entre os condôminos torna qualquer mudança de função de um local ainda mais difícil. Pequenas adaptações e obras simples podem ser decidias em assembleia e não por unanimidade.
  • Mesmo contratos de gaveta exigem que os compradores tenham atenção para não herdarem dívidas de outros proprietários. Contas muito antigas, no entanto, não podem ser cobradas do novo morador.
  • Por lei, todo condomínio precisa ter um sindico. Não dá para eliminar essa figura. No entanto, nada impede que eles criem um grupo gestor para trabalhar junto com o síndico.
  • É preciso ter bom senso. Bandeiras de partidos políticos e de clubes de futebol podem desfigurar a fachada do edifício. No entanto, é necessário ter tolerância em dias especiais para a política ou durante as rodadas dos campeonatos.
  • Em caso de problemas por conta das intervenções de apartamento ou casas ao lado, um laudo técnico evita litígio. Registros fotográficos e seguros também ajudam a manter a confiança nessa relação.
  • A cada mês de atraso, o comprador tem direito de receber indenização, como o valor equivalente a um aluguel, por exemplo. Caso negociação não seja amigável, o proprietário pode até processar a construtora por dano moral. O ideal é evitar ação judicial, mas é causa ganha. O importante é não desistir do imóvel. Cumpra sua parte do contrato.
  • Brigas para ocupar o cargo nos edifícios têm se acirrado, com situação e oposição usando até cartas anônimas. Artifício não favorece o diálogo, já que o interlocutor não divulga nem ao menos a sua identidade.
  • Geralmente, as revendedoras oferecem duas ou três opções de local para instalação dos geradores e os condomínios acabam optando pelo mais barato. O problema é que o aparelho é barulhento e pode acabar causando transtornos aos moradores. Nesses casos, o ideal é que seja construída uma 'casinhas' de isolamento acústico em torno do gerador ou janelas antirruído nos apartamentos mais baixos.
  • A melhor alternativa para resolver problemas com os vizinhos é apostar no diálogo. No entanto, nem sempre existe a vontade de ajudar. Há um tipo de medida judicial, chamada de ação de obrigação de fazer, que força essa cooperação.
  • Atrasar a taxa não tira o direito do proprietário. Por isso, não se pode impedir o dono de imóvel de alugá-lo por ele estar com o condomínio atrasado. Além disso, medida é um tiro no pé. Quando alguém aluga um apartamento, pode criar condições para que o proprietário quite os débitos.
  • É preciso verificar se a administradora que faliu levou junto o dinheiro do condomínio. No mínimo, o síndico precisa ouvir a opinião dos conselheiros, analisar pelo menos três orçamentos e marcar uma assembleia para ratificar a contratação de uma nova empresa.
  • Condomínio Legal esclarece que ela não pode ser impedida de participar ou de assinar a lista de presença, já que é proprietária de um imóvel e tem o direito de saber o que se passa no edifício. No entanto, a moradora realmente não pode votar. Quem a impede corre o risco de torná-la uma credora, porque ela pode entrar com uma ação indenizatória e ganhar.
  • Apesar de a convenção determinar que o valor não pode ultrapassar dois salários mínimos, o síndico passou o próprio honorário para quatro salários mínimos. Para dar uma aparente legalidade ao ato, ele registrou a ata no Cartório de Notas. Isso é correto? Marcio Rachkorsky esclarece que este tipo documento precisa ser registrado no Cartório de Registro de Títulos de Documentos. E completa: o síndico só pode aumentar a própria remuneração se houver uma pauta específica sobre este assunto na assembleia do condomínio. Se ele tiver reajustado o valor sem o tema estar na pauta, o aumento não é válido e terá de ser rediscutido.
  • Casos de moradores que querem assediar funcionários são recorrentes e o síndico precisa ser rigoroso. O condomínio precisa apoiar e ficar do lado da vítima.
  • Se o prédio votou regra contra música alta em ambientes abertos, medida é legal. Num domingo de festa com música alta, só a família que dá a festa se diverte. Os outros moradores não aproveitam nada.

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