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Qualidade do ar dentro do seu apt.

Administração de Condomínios

Veja dicas para melhorar o ar dentro da sua unidade

Como está a qualidade do ar da sua casa?
 
Pare por um instante o que você está fazendo e respire fundo! Inspire e expire. Bom, né? A troca de oxigênio com o ambiente acalma, diminui a ansiedade e melhora o nervosismo, mas como será que está a qualidade do ar que você respira? Já vimos que nossa produtividade aumenta em ambientes com boa qualidade do ar e, como todos sabem, respirar ar puro melhora nossa qualidade de vida. Ainda assim, fica a pergunta: o que você tem feito em sua casa para melhorar a qualidade do ar que você respira?
 
Entender os problemas que ambientes com péssima qualidade do ar podem causar é o primeiro passo para colocar em prática possíveis soluções. Para isto, conversamos com o Dr. Felipe Moreira, infectologista, que tirou algumas dúvidas sobre o assunto:
 
Como os ambientes com péssima qualidade do ar podem afetar nossa saúde?
 
Ambientes com qualidade do ar ruim levam primariamente à irritação das vias aéreas superiores e inferiores e da mucosa ocular. Por isso, casos de bronquite, exacerbação de asma, sinusite, exacerbação de rinite alérgica, pneumonites e conjuntivite alérgica são mais comuns nesses ambientes.
 
Além de problemas respiratórios, que outros males a falta de circulação de ar pode nos causar?
 
Hoje sabemos que a poluição atmosférica contribui para casos de infarto agudo do miocárdio, mesmo que essa exposição seja de curta duração e pode piorar a recuperação desses pacientes se a exposição após o evento se prolongar. Há indícios inclusive de que a poluição atmosférica mais pesada predisponha eventos encefálicos hemorrágicos. Além disso, ainda há incidência maior de cefaleia, tonteira e náuseas.
 
Como vimos, o assunto é sério e exige nossa atenção. Não queremos deixar ninguém assustado apenas chamar sua atenção para a questão. Mas, na prática, o que podemos fazer para melhorar a qualidade do ar que respiramos? Preparamos algumas dicas simples que vão te ajudar a respirar um ar mais puro. Confira!
 
– Invista na decoração verde:
 
Ter plantas dentro de casa e nos jardins dos prédios é sempre uma ótima opção! As plantas realizam fotossíntese e, por isso, liberam oxigênio renovando o ar dos ambientes. E mais: algumas espécies, como lírio-da-paz e gérbera, têm alta capacidade de transformar poluentes em nutrientes para a planta. Se você tiver espaço, pense na possibilidade de inserir um jardim vertical. Além melhorar o ar, ele dará um toque de elegância ao ambiente.
 
– Janelas grandes fazem diferença:
 
Ambientes com grandes janelas são fundamentais para a sustentabilidade de uma casa. Além de favorecer a iluminação natural, contribuindo para a economia de energia, proporciona maior ventilação nos espaços. Desta forma, com a constante troca de ar com o ambiente externo, os cômodos ficam mais arejados e o oxigênio é renovado.
 
– Mantenha os ambientes sempre limpos:
 
Uma boa limpeza na casa evita o acúmulo de poeira. Fique atento aos tapetes e cortinas, limpe-os e lave-os com frequência. Atenção também aos filtros dos aparelhos de ar condicionado, que devem ser limpos periodicamente.
 
– Atenção com os produtos que contém VOCs:
 
Os compostos orgânicos voláteis (VOCs) são substâncias altamente tóxicas que fazem muito mal a nossa saúde e ao meio ambiente.  Eles estão presentes em vários produtos do dia a dia, como tintas, propulsores de latas de aerossol, artigos de limpeza e fumaça de cigarro. “Inspirar os vapores oriundos desses produtos pode levar a quadros de hipersensibilidade, que pode provocar irritação nas vias respiratórias, fadiga, falta de ar, dor de cabeça, entre outros sintomas” diz o Dr. Felipe Moreira.
 
Hoje, já existem no mercado produtos que não utilizam VOCs em sua composição. Dê preferência também às tintas à base de água, que agridem menos a camada de ozônio e quem as manipula.
 
Anotaram todas as dicas? Agora, separe um tempinho e comece já a melhorar o ar que você respira! Ah, seus amigos também merecem respirar um ar mais puro, não é mesmo? Então, compartilhe essas informações com eles! ??
 
Fonte: Condomínio verde

Vídeo Institucional

- Condomínio Legal

  • O Estatuto do Idoso se aplica em conjunto com a convenção do prédio. Geralmente, cada um deles têm uma regra específica sobre quando se aplica a prioridade em sorteios. Mas, nesses casos, vale priorizar o bom senso.
  • Hoje em dia construtoras fazem prédios enormes com portarias pequenas. Com isso os funcionários ficam sobrecarregados. Ter um sistema para avisá-los pode facilitar o trabalho.
  • Cada condomínio tem suas regras para os murais de comunicação, mas ao afixar comunicados aos condôminos, síndicos devem ter cuidado ao expressar as orientações. É importante transmitir com objetividade, e se atentar para opiniões pessoais que podem ser consideradas ofensivas. Em avisos de inadimplência, por exemplo, é fundamental não expor a identidade de devedores.
  • Serviços podem ser prestados dentro do condomínio sem problemas, mas atender gente de fora não deve ser permitido. Entra e sai de visitantes gasta água, energia dos elevadores e ainda fragiliza segurança.
  • Gasto com mão de obra pode representar até 70% das despesas do prédio, por isso, muitos acabam demitindo funcionários. Medida é legal, mas o assunto precisa ser discutido com os moradores, porque não é só uma questão de dinheiro, mas também de segurança.
  • A administração do prédio fica obrigada a resolver o problema apenas quando ele acontece na prumada central do edifício. Se for nos ramais internos, ou seja, entre apartamentos, a solução deve ser dada pelo morador.
  • Na maioria dos casos de furto e roubo em condomínios, os bandidos entram pela porta da frente, usando informações prévias sobre o alvo. Não adianta investir em equipamentos de segurança se o porteiro não for bem treinado e o morador não cumprir as normas do prédio.
  • STF decidiu que bem único de fiador não pode ser penhorável por se tratar de patrimônio de família. Parecer é ruim para locatários porque abre brecha para que inadimplência do inquilino não seja ressarcida.
  • Ás vezes ocorre o uso nocivo da propriedade, quando alguém é coproprietário e utiliza mais o condomínio que os outros. Basta que o síndico notifique e, se for o caso, multe o condômino que está incorrendo no erro.
  • Na semana passada, a Câmara dos Deputados aprovou um texto sobre o assunto, que ainda precisa passar pelo Senado. Caso ela seja aprovada, a multa em caso de distrato pode chegar a 50% do valor pago pelos consumidores às incorporadoras.
  • A pessoa tem exatamente os mesmos direitos do que o dono, só não pode votar. Se quiser, pode pedir uma procuração ao proprietário para poder votar também.
  • Projeto piloto do Sindicato de Habitação do Rio foi batizado de ‘Luz Azul’. Câmeras de segurança serão implementadas fachadas de prédios no Centro do cidade. As imagens poderão ser compartilhadas em tempo real com o batalhão e a delegacia policial da área.
  • Se a taxa cobrada for pequena, não há problema na cobrança. Mas se a festa for grande, precisa ser aprovada em assembleia.
  • Não é justo cobrar mais de quem precisa usar o elevador, porque não há essa cobrança de quem usa mais outras instalações como a piscina ou a sauna, por exemplo. De qualquer forma, medida precisa ser aprovada em convenção.
  • O ideal é que o condomínio monte uma sala para acomodar essas pessoas. Não é permitida a presença desses profissionais na portaria do prédio e no hall de entrada. Esses espaços são áreas de passagem.
  • Ocupação do espaço deve priorizar a integração entre moradores. Em caso de hóspedes ou vizinhos de outros locais interessados no uso da dependência, autorização deve ser ponderada para não prejudicar normas.
  • O órgão conversa com o síndico e nomeia um assistente social para monitorar o jovem que apresenta desvios de comportamento. Dependendo da gravidade, caso pode até ser levado para a vara da infância.
  • O corte de árvores sem aval do governo constitui crime ambiental. Caso o protocolo junto à Prefeitura demore a ser oficializado, os síndicos podem recorrer ao Judiciário para obter uma liminar que permita a poda.
  • Tem gente que acha que do portão para dentro não tem lei. Se houver crime em flagrante, como menor no volante, síndico deve multar e chamar a polícia.
  • Além disso, essas intervenções são importantes para o cumprimento de leis. Neste caso, essas obras podem ser aprovadas por maioria simples.
  • Se a pessoa em questão ficar mais do que apenas algumas horas em um apartamento, sim. O visitante já não tem esse direito.
  • A utilização desse meio pode fragilizar a segurança dos condomínios e provocar acidentes. Neste caso, o síndico pode proibir. A solução seria alugar a vaga para um vizinho.
  • O engenheiro é obrigado a apresentar algumas informações sobre as intervenções em imóveis. Entre elas, o prazo de início e fim. Se os horários estiverem sendo respeitados, o jeito é torcer para acabar logo.
  • Se não houver estrutura adequada, a prática deve ser proibida, porque a fumaça pode incomodar os vizinhos. Para não se indispor com os moradores, o síndico pode pedir para a administradora do condomínio avisar aos que desrespeitarem a norma.
  • Falta bom senso às vezes de compreender que prédio residencial não é clube.
  • Objetivo é prevenir acidentes com anúncio sonoro e visual. Condomínios têm seis meses para se adaptar. Custo médio do equipamento é de R$ 900.
  • Não adianta o condomínio investir em segurança se os próprios condôminos não respeitam condutas básicas. Uma possível solução para esses problemas é punir os moradores com multas pagas em dinheiro.
  • É esse laudo que atesta que o condomínio está prevenido para qualquer acidente. Antes de dar entrada no documento, síndico deve se programar e pode até contratar engenheiro de segurança para ajudar no levantamento de obras necessárias.
  • Condomínio deve, num primeiro momento, mandar uma advertência. Caso o morador não mude de atitude, ele pode ser multado. Se infestação de pombos estiver muito avançada, o prédio deve contratar uma empresa especializada no combate aos animais.
  • Em 2018, é preciso exercitar a gentileza no trato com o vizinho, consciência em cumprir os deveres do dia a dia e tolerância para lidar com os problemas.

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