Carregando

Aguarde por gentileza.
Isso pode levar alguns minutos...

Fique por dentro

Há mais de 10 anos superando expectativas...

Solicite sua proposta

Redes sociais facilitam a vida dos moradores, mas também provocam discórdia no condomínio

Administração de Condomínios

Os prós e os contras do uso das redes sociais para comunicação entre moradores de condomínios.

Interfonar para o porteiro para saber de onde vem um barulho ou tocar a campainha da vizinha para pedir açúcar emprestado, já é coisa do passado nos condomínios com comunidades online. A comunicação interna ganhou mais espaço e agora virou virtual, através de sites especializados, aplicativos no celular e páginas nas redes sociais, é possível ficar a par de tudo o que acontece dentro do condomínio.

A utilização é bem abrangente. Os sites específicos para condomínios são sistemas de gestão exclusivos para os condôminos que permitem disponibilizar informações importantes como documentos do prédio (convenção, regimento interno e atas), fazer o registro dos moradores e veículos, reservar o salão de festas, publicar avisos de utilidade pública como datas das assembleias, problemas no elevador, falta de água, gás, luz e podem até ter classificados. Normalmente a administração do site fica a cargo do síndico ou do gerente predial.

“A via de comunicação para condomínio deve ser de mão única para distribuir as informações úteis do prédio. Se a via for de mão dupla, a resposta aos comunicados deve ser devolvida a um certo número de pessoas: síndico, corpo diretivo e, eventualmente, administradora.

Os sites também são excelentes para a divulgação de eventos no prédio, assim como disparos de SMS ou e-mails com comunicados importantes. Um canal de denúncias sempre é válido para se apurar situações no prédio, desde que, com regras específicas de acesso e respeitando o anonimato”, esclarece a especialista em governança condominial da Conlive, Talita Zanelato.

Já as páginas criadas nas redes sociais como o Facebook ou os grupos no Whatsapp são mais informais e podem ser criados por qualquer morador sem autorização prévia. O objetivo é mais voltado para a integração e comunicação entre os moradores.

É comum os vizinhos pedirem coisas emprestadas, anunciarem produtos que estão vendendo, solicitarem indicação de faxineira e, frequentemente, usarem para desabafar a insatisfação com algum problema do prédio, com outro morador ou com o síndico. E, em casos extremos, podem ocorrer excessos na comunicação ultrapassando para o campo das ofensas.

“As redes sociais promovem uma superexposição pela sua natureza de compartilhar e viralizar. Para o condomínio, é complicado porque as pessoas tendem a expor demais suas opiniões, às vezes, de forma ofensiva e direcionada, tendo como alvo principal o síndico, criando uma animosidade que só piora a relações dos moradores e de quem administra o condomínio”, alerta Talita. E a especialista acrescenta, “Participantes de grupos de Whatsapp têm recebido notificações com pedidos de explicações de pessoas ofendidas por declarações no grupo e que foram buscar seus direitos no âmbito cível e criminal, como ações de indenização e de crime de difamação, por exemplo”.

Promover o debate de temas para o público, abertamente, são as razões do surgimento de conflitos graves dentro do condômino, por isso, Talita Zanelato aconselha que os debates de temas, principalmente os mais polêmicos, sejam realizados através de pesquisa anônima e, de preferência, direcionada por uma empresa idônea. “O do prédio começa a pesar, os condôminos ficam estressados por viver em um lugar onde as pessoas só brigam online”, adverte Talita.

Outro ponto a ser considerado é que nem todos os moradores dominam a tecnologia ou tem tempo para acessar as redes sociais com frequência, portanto, os avisos mais relevantes e urgentes, devem também ter a versão em papel afixada no mural do prédio.

Para a especialista em governança condominial a comunicação virtual na esfera dos condomínios veio para ficar, não cabe abrir mão desta tecnologia, mas ela deve ser utilizada de maneira equilibrada e consciente para trazer benefícios e não conflitos.

Fonte: Condominio SC 

Vídeo Institucional

- Condomínio Legal

  • A construtora tem razão. Quando você compra um imóvel na planta, você só pode visitá-lo quando ele estiver 100% pronto. Cada morador irá vistoriar o apartamento quanto tiver a chave.
  • Infelizmente não é obrigatório. Para os prédios novos, ideal é que construtoras já entregassem com gerador. Nos prédios antigos, para instalar, é bem caro. É um conforto importante que deveria ser priorizado.
  • Dinheiro poupado tem como destino as emergências. Nesse caso, o síndico pode usar a verba quando precisar e depois comunicar aos moradores. Compras de equipamentos para a academia, por exemplo, precisam ser aprovadas antes pelos condôminos.
  • Seguro residencial ajuda a diminuir o prejuízo em casos como este. Condomínio precisa também investir em tecnologia.
  • Solução mais simples é alguém que gosta muito do cãozinho adotá-lo. Deixar ele na área comum não está certo. Se incomodar alguém, o síndico, infelizmente, precisa tirá-lo de lá.
  • Ideal é que o grupo seja usado como uma ferramenta de gestão e apenas para questões emergenciais. Não pode abrir espaço para fofocas e ataques pessoais. Dúvidas, ideias ou reclamações não-emergenciais precisam de um outro canal.
  • Quem faz isso atrapalha os vizinhos, que não conseguem marcar festas, e também prejudica as contas do condomínio, já que o cancelamento normalmente é de graça.
  • É preciso pagar o dobro sim. Cada imóvel tem uma matrícula. Quando se ocupa dois terrenos juntos, há duas matrículas e é preciso, sim, pagar dois boletos de condomínio.
  • Em condomínios com piscinas geladas, é difícil definir se a obra para aquecer seria voluptuária (com necessidade de 2/3 para para aprovação), útil (necessidade de 50% mais um voto) ou necessária (que se aprova com maioria simples dos presentes). A obra valorizaria o apartamento e levaria benefícios aos condôminos.
  • Isso encarece demais o condomínio. Alguns interpretam a lei e consideram que um professor de educação física também é necessário nas academias. Regra é em prol da segurança, mas não podemos esquecer que a academia do prédio é extensão da nossa casa e não é um clube.
  • A porta de correr que divide a varanda da sala tem sido um item desprezado por novos moradores, que preferem a sacada envidraçada e integrada ao restante do apartamento. Em alguns imóveis, porém, a retirada é proibida.
  • O Estatuto do Idoso se aplica em conjunto com a convenção do prédio. Geralmente, cada um deles têm uma regra específica sobre quando se aplica a prioridade em sorteios. Mas, nesses casos, vale priorizar o bom senso.
  • Hoje em dia construtoras fazem prédios enormes com portarias pequenas. Com isso os funcionários ficam sobrecarregados. Ter um sistema para avisá-los pode facilitar o trabalho.
  • Cada condomínio tem suas regras para os murais de comunicação, mas ao afixar comunicados aos condôminos, síndicos devem ter cuidado ao expressar as orientações. É importante transmitir com objetividade, e se atentar para opiniões pessoais que podem ser consideradas ofensivas. Em avisos de inadimplência, por exemplo, é fundamental não expor a identidade de devedores.
  • Serviços podem ser prestados dentro do condomínio sem problemas, mas atender gente de fora não deve ser permitido. Entra e sai de visitantes gasta água, energia dos elevadores e ainda fragiliza segurança.
  • Gasto com mão de obra pode representar até 70% das despesas do prédio, por isso, muitos acabam demitindo funcionários. Medida é legal, mas o assunto precisa ser discutido com os moradores, porque não é só uma questão de dinheiro, mas também de segurança.
  • A administração do prédio fica obrigada a resolver o problema apenas quando ele acontece na prumada central do edifício. Se for nos ramais internos, ou seja, entre apartamentos, a solução deve ser dada pelo morador.
  • Na maioria dos casos de furto e roubo em condomínios, os bandidos entram pela porta da frente, usando informações prévias sobre o alvo. Não adianta investir em equipamentos de segurança se o porteiro não for bem treinado e o morador não cumprir as normas do prédio.
  • STF decidiu que bem único de fiador não pode ser penhorável por se tratar de patrimônio de família. Parecer é ruim para locatários porque abre brecha para que inadimplência do inquilino não seja ressarcida.
  • Ás vezes ocorre o uso nocivo da propriedade, quando alguém é coproprietário e utiliza mais o condomínio que os outros. Basta que o síndico notifique e, se for o caso, multe o condômino que está incorrendo no erro.
  • Na semana passada, a Câmara dos Deputados aprovou um texto sobre o assunto, que ainda precisa passar pelo Senado. Caso ela seja aprovada, a multa em caso de distrato pode chegar a 50% do valor pago pelos consumidores às incorporadoras.
  • A pessoa tem exatamente os mesmos direitos do que o dono, só não pode votar. Se quiser, pode pedir uma procuração ao proprietário para poder votar também.
  • Projeto piloto do Sindicato de Habitação do Rio foi batizado de ‘Luz Azul’. Câmeras de segurança serão implementadas fachadas de prédios no Centro do cidade. As imagens poderão ser compartilhadas em tempo real com o batalhão e a delegacia policial da área.
  • Se a taxa cobrada for pequena, não há problema na cobrança. Mas se a festa for grande, precisa ser aprovada em assembleia.
  • Não é justo cobrar mais de quem precisa usar o elevador, porque não há essa cobrança de quem usa mais outras instalações como a piscina ou a sauna, por exemplo. De qualquer forma, medida precisa ser aprovada em convenção.
  • O ideal é que o condomínio monte uma sala para acomodar essas pessoas. Não é permitida a presença desses profissionais na portaria do prédio e no hall de entrada. Esses espaços são áreas de passagem.
  • Ocupação do espaço deve priorizar a integração entre moradores. Em caso de hóspedes ou vizinhos de outros locais interessados no uso da dependência, autorização deve ser ponderada para não prejudicar normas.
  • O órgão conversa com o síndico e nomeia um assistente social para monitorar o jovem que apresenta desvios de comportamento. Dependendo da gravidade, caso pode até ser levado para a vara da infância.
  • O corte de árvores sem aval do governo constitui crime ambiental. Caso o protocolo junto à Prefeitura demore a ser oficializado, os síndicos podem recorrer ao Judiciário para obter uma liminar que permita a poda.
  • Tem gente que acha que do portão para dentro não tem lei. Se houver crime em flagrante, como menor no volante, síndico deve multar e chamar a polícia.

ASSINE NOSSA NEWSLETTER