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Segurança deve ser redobrada nos condomínios durante festas de final de ano.

Administração de Condomínios

Fim de ano é um período bem movimentado nos condomínios residenciais. Envio de encomendas, entregas de presentes, visitas de familiares e o movimento de prestadores de serviços aumenta consideravelmente se comparado a outras épocas do ano. Com a intensificação no fluxo de visitantes, os condomínios precisam redobrar os cuidados com a segurança e ficar mais atentos com a entrada e a saída de pessoas desconhecidas na portaria. A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo alerta que para garantir a segurança nos condomínios, o acesso de desconhecidos deve ser precedido de identificação de todas as pessoas antes de sua efetiva entrada ou saída, e os moradores devem avisar aos porteiros quando estiverem esperando encomendas.

Para reforçar a segurança, agilizar o trabalho na portaria e tranquilizar os moradores, dispositivos de controle de acesso se tornaram opções ideais para evitar contratempos e mal-entendidos com visitantes. Por meio dessa tecnologia, é possível controlar o fluxo de pessoas e de veículos nas dependências do condomínio de maneira ágil, segura e eficaz.

"O serviço de identificação proporciona um controle de acesso separado por classes, como: moradores, visitantes, serviços, entregas, hospedes e familiares dos residentes, por exemplo. Com a automatização, a segurança é garantida, principalmente nessa época de maior movimento, e o funcionário não fica exposto a uma situação desagradável ou perigosa", explica Lucas Ribeiro, diretor comercial de empresa especializada em soluções de gestão de segurança para condomínios.

Edson José de Souza, gerente de um condomínio em Rio Preto (Interior de SP), garante que a escolha de um sistema de segurança criado por uma empresa especializada em segurança é imprescindível. "A tecnologia é nossa principal arma, mas moradores precisam fazer sua parte e somente autorizar a entrada de pessoas conhecidas. Entregadores, por exemplo, não devem circular livremente pelo local. Sempre orientamos nossa equipe de segurança que as entregas devem ser deixados na portaria e, posteriormente, levadas às residências por um funcionário do condomínio", explica Souza.

De acordo com Souza, mesmo que a segurança esteja garantida dentro do condomínio e ao redor, pelas câmeras de segurança, é necessário redobrar a atenção na hora de se aproximar da portaria, principalmente à noite. "Antes de entrar na passagem de veículos, é importante observar se não há pessoas estranhas ou suspeitas paradas na rua. Caso tenha alguém, é importante dar mais uma volta no quarteirão, observar novamente e telefonar para a portaria", afirma

A união de um sistema de segurança eficaz com a conscientização do morador é a garantia de tranqüilidade em qualquer época do ano. "Se todos seguirem as regras de segurança, que são simples, o sistema contratado garante todo o resto", afirma Souza.

Cinco dicas para manter a segurança em condomínios:

- Ser criterioso na autorização de entrada e saída de condomínios, liberando a passagem apenas de pessoas previamente cadastradas no sistema ou autorizadas pelo morador;

- O ingresso de prestadores de serviço deve ser permitido em horários pré-determinados (agendamento prévio no sistema) e mediante identificação na portaria;

- Podar árvores muito densas que impeçam uma boa visibilidade ou escureçam a calçada;

- Não autorizar a entrada de entregadores. O recomendado é que os condôminos busquem as encomendas na portaria ou que algum funcionário entregue nas residências;

- Não transmitir informações sobre os moradores do condomínio a quem quer que seja;

- Informar ao porteiro sobre grandes períodos de afastamento (férias, por exemplo) e proibir acesso de estranhos durante o período.

Fonte: Direcional

Vídeo Institucional

- Condomínio Legal

  • Regra que permite apenas cães de pequeno porte é antiga, mal redigida e não funciona. Condomínios mais modernos costumam trazer um capítulo dedicado às normas de convivência com animais, que incluir regulamentação das formas de transporte e do uso de focinheira, por exemplo. O importante é oferecer segurança e sossego aos vizinhos.
  • Por causa da situação do mercado atual, quem optou por adquirir um apartamento em construção há três anos, não vai lucrar com a decisão, e pode acabar tendo a sensação de que perdeu dinheiro com o negócio. Uma solução é tentar renegociar com construtora.
  • Em São Paulo, moradores de um condomínio da Zona Sul foram vítimas de um arrastão. A ação durou cerca de 3 horas. Até crianças foram vítimas dos bandidos.
  • Festas nas áreas de churrasqueiras exigem prudência. Música alta pode gerar problemas até com a polícia e a necessidade de um boletim de ocorrência.
  • Casos de unidades habitacionais que reúnem muitas pessoas podem despertar disputas entre vizinhos. No entanto, não existe uma legislação específica para esse tema.
  • Se o assunto foi debatido entre os moradores e as regras internas foram alteradas da maneira correta, não existem impedimentos legais para que essa mudança aconteça.
  • Caso haja autorização das autoridades municipais, não é necessário que todos os condôminos compareçam ao encontro para autorizar a internação.
  • Pessoas que ocupam o comando do condomínio por décadas podem pensar que são os proprietários de todo esse espaço. Para mudar a situação, é necessário que exista uma participação efetiva de todos os condôminos.
  • Nem todos os síndicos permitem assembleias com todos os moradores para tratar dos assuntos com os moradores. Entretanto, é importante que esses pequenos grupos apresentem os resultados para os outros condôminos.
  • Mesmo se o proprietário tiver direito a um espaço muito grande, o morador não será autorizado a colocar mais veículos do que o permitido. É possível até mesmo convocar uma assembleia para discutir o tema.
  • É preciso analisar se a situação põe em risco o sossego, a saúde ou a segurança dos moradores.
  • É preciso ter paciência com a convivência em grupo. Entrar com uma ação nessas circunstâncias pode ser entendido como um ato de vingança e a chance de perder na Justiça é grande.
  • Aumento da circulação de pessoas e maior consumo de água e energia elétrica, por exemplo, são problemas gerados pelo uso comercial do imóvel. Síndico precisa atuar como um juiz para mediar os conflitos nessa situação.
  • Se prédio passar por reforma e aparelho estiver fora dos padrões, morador vai precisar arcar com despesas para se adequar às normas.
  • Casos de roubos se tornaram pontuais por conta dos investimentos na segurança particular. No entanto, o poder público nas cidades brasileiras não tem conseguido desenvolver políticas para conter a escalada de criminalidade.
  • A legislação e a falta de dinamismo entre os condôminos torna qualquer mudança de função de um local ainda mais difícil. Pequenas adaptações e obras simples podem ser decidias em assembleia e não por unanimidade.
  • Mesmo contratos de gaveta exigem que os compradores tenham atenção para não herdarem dívidas de outros proprietários. Contas muito antigas, no entanto, não podem ser cobradas do novo morador.
  • Por lei, todo condomínio precisa ter um sindico. Não dá para eliminar essa figura. No entanto, nada impede que eles criem um grupo gestor para trabalhar junto com o síndico.
  • É preciso ter bom senso. Bandeiras de partidos políticos e de clubes de futebol podem desfigurar a fachada do edifício. No entanto, é necessário ter tolerância em dias especiais para a política ou durante as rodadas dos campeonatos.
  • Em caso de problemas por conta das intervenções de apartamento ou casas ao lado, um laudo técnico evita litígio. Registros fotográficos e seguros também ajudam a manter a confiança nessa relação.
  • A cada mês de atraso, o comprador tem direito de receber indenização, como o valor equivalente a um aluguel, por exemplo. Caso negociação não seja amigável, o proprietário pode até processar a construtora por dano moral. O ideal é evitar ação judicial, mas é causa ganha. O importante é não desistir do imóvel. Cumpra sua parte do contrato.
  • Brigas para ocupar o cargo nos edifícios têm se acirrado, com situação e oposição usando até cartas anônimas. Artifício não favorece o diálogo, já que o interlocutor não divulga nem ao menos a sua identidade.
  • Geralmente, as revendedoras oferecem duas ou três opções de local para instalação dos geradores e os condomínios acabam optando pelo mais barato. O problema é que o aparelho é barulhento e pode acabar causando transtornos aos moradores. Nesses casos, o ideal é que seja construída uma 'casinhas' de isolamento acústico em torno do gerador ou janelas antirruído nos apartamentos mais baixos.
  • A melhor alternativa para resolver problemas com os vizinhos é apostar no diálogo. No entanto, nem sempre existe a vontade de ajudar. Há um tipo de medida judicial, chamada de ação de obrigação de fazer, que força essa cooperação.
  • Atrasar a taxa não tira o direito do proprietário. Por isso, não se pode impedir o dono de imóvel de alugá-lo por ele estar com o condomínio atrasado. Além disso, medida é um tiro no pé. Quando alguém aluga um apartamento, pode criar condições para que o proprietário quite os débitos.
  • É preciso verificar se a administradora que faliu levou junto o dinheiro do condomínio. No mínimo, o síndico precisa ouvir a opinião dos conselheiros, analisar pelo menos três orçamentos e marcar uma assembleia para ratificar a contratação de uma nova empresa.
  • Condomínio Legal esclarece que ela não pode ser impedida de participar ou de assinar a lista de presença, já que é proprietária de um imóvel e tem o direito de saber o que se passa no edifício. No entanto, a moradora realmente não pode votar. Quem a impede corre o risco de torná-la uma credora, porque ela pode entrar com uma ação indenizatória e ganhar.
  • Apesar de a convenção determinar que o valor não pode ultrapassar dois salários mínimos, o síndico passou o próprio honorário para quatro salários mínimos. Para dar uma aparente legalidade ao ato, ele registrou a ata no Cartório de Notas. Isso é correto? Marcio Rachkorsky esclarece que este tipo documento precisa ser registrado no Cartório de Registro de Títulos de Documentos. E completa: o síndico só pode aumentar a própria remuneração se houver uma pauta específica sobre este assunto na assembleia do condomínio. Se ele tiver reajustado o valor sem o tema estar na pauta, o aumento não é válido e terá de ser rediscutido.
  • Casos de moradores que querem assediar funcionários são recorrentes e o síndico precisa ser rigoroso. O condomínio precisa apoiar e ficar do lado da vítima.
  • Se o prédio votou regra contra música alta em ambientes abertos, medida é legal. Num domingo de festa com música alta, só a família que dá a festa se diverte. Os outros moradores não aproveitam nada.

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