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Um novo destino para o óleo

Administração de Condomínios

Embora o óleo represente uma porcentagem mínima do lixo, o seu impacto ambiental é muito grande.

Segundo dados da Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (ABIOVE) o Brasil produziu em 2013 cerca de 8,9 bilhões de litros de óleos vegetais. Desse total 1,5 bilhão de litros são de óleo de cozinha doméstico e 3,6 bilhões de litros, de óleo refinado para restaurantes e preparações alimentícias.

Embora o óleo represente uma porcentagem mínima do lixo, o seu impacto ambiental é muito grande. Apenas um litro de óleo é capaz de esgotar o oxigênio de até 20 mil litros de água. No entanto, a estimativa é a de que no Brasil apenas 2,5% do óleo é reutilizado para alguma finalidade, enquanto o restante é indevidamente descartado pela população e pelas indústrias nos solos, corpos d’água, rede de esgotos ou, ainda, incinerados.

Diante dessa realidade, uma importante questão em relação ao uso de óleo é a maneira como ele é descartado. Jogá-lo na pia, por exemplo, além de entupir a rede, é prejudicial ao meio ambiente. Consciente dos danos, o síndico Durcelino da Silva decidiu dar um novo destino ao óleo no Edifício Residencial Priscila, no Balneário Estreito, em Florianópolis.

Utilidade

Foi depois de assistir a uma entrevista sobre sustentabilidade e os males causados pelo derramamento do óleo de cozinha no esgoto e no lençol freático que Durcelino percebeu a necessidade de dar uma nova utilidade ao óleo descartado pelos moradores do condomínio. “Ao limpar a caixa de gordura, observamos uma camada muito espessa de gordura proveniente dos apartamentos, e também o aparecimento de baratas nas áreas comuns. Isso reforçou a necessidade de uma ação urgente”, relata o síndico.

Para resolver o problema, a solução foi incentivar os moradores a não despejarem mais o óleo utilizado na rede de esgoto e armazená-lo adequadamente em garrafas pet, entregando-o diretamente no condomínio para posteriormente transformá-lo em sabão. “Alguns moradores já tinham a prática de separar o óleo, outros aderiram à ideia e estão colaborando também”, explica Durcelino.

Em prática há pouco mais de um ano, a ação vem dando resultados. “Todo o óleo recolhido é transformado em sabão em barra, que é produzido por mim e por uma de nossas funcionárias. Depois de pronto, o sabão é utilizado no próprio condomínio e também distribuído entre os moradores que o utilizam na lavagem de roupa e louça.”, descreve.

Todos os meses são produzidos em média 50 barras de sabão, utilizando 10 litros de óleo. Segundo Durcelino, durante a fabricação há o cuidado com o manuseio dos ingredientes tóxicos. “Na hora da mistura e confecção são utilizados os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) necessários, como calça comprida, calçado fechado com meia ou bota de borracha, óculos de proteção, máscara e luva”, esclarece o síndico.

De acordo com Silva, alguns moradores já davam ao óleo o destino correto, os demais não somente aderiram à ideia e abraçaram a causa como também elogiaram dizendo que o sabão é ótimo para lavar louça, roupas e panos de prato. “Sabendo que eu posso fazer minha parte e disponibilizando um pouco do meu tempo, ajudo o meio ambiente e busco mudar hábitos nas pessoas. Fico feliz em ajudar e muito mais em saber que posso ser multiplicador dessa ideia”, declara Durcelino.

Fonte: Condomínio SC 

Vídeo Institucional

- Condomínio Legal

  • Regra que permite apenas cães de pequeno porte é antiga, mal redigida e não funciona. Condomínios mais modernos costumam trazer um capítulo dedicado às normas de convivência com animais, que incluir regulamentação das formas de transporte e do uso de focinheira, por exemplo. O importante é oferecer segurança e sossego aos vizinhos.
  • Por causa da situação do mercado atual, quem optou por adquirir um apartamento em construção há três anos, não vai lucrar com a decisão, e pode acabar tendo a sensação de que perdeu dinheiro com o negócio. Uma solução é tentar renegociar com construtora.
  • Em São Paulo, moradores de um condomínio da Zona Sul foram vítimas de um arrastão. A ação durou cerca de 3 horas. Até crianças foram vítimas dos bandidos.
  • Festas nas áreas de churrasqueiras exigem prudência. Música alta pode gerar problemas até com a polícia e a necessidade de um boletim de ocorrência.
  • Casos de unidades habitacionais que reúnem muitas pessoas podem despertar disputas entre vizinhos. No entanto, não existe uma legislação específica para esse tema.
  • Se o assunto foi debatido entre os moradores e as regras internas foram alteradas da maneira correta, não existem impedimentos legais para que essa mudança aconteça.
  • Caso haja autorização das autoridades municipais, não é necessário que todos os condôminos compareçam ao encontro para autorizar a internação.
  • Pessoas que ocupam o comando do condomínio por décadas podem pensar que são os proprietários de todo esse espaço. Para mudar a situação, é necessário que exista uma participação efetiva de todos os condôminos.
  • Nem todos os síndicos permitem assembleias com todos os moradores para tratar dos assuntos com os moradores. Entretanto, é importante que esses pequenos grupos apresentem os resultados para os outros condôminos.
  • Mesmo se o proprietário tiver direito a um espaço muito grande, o morador não será autorizado a colocar mais veículos do que o permitido. É possível até mesmo convocar uma assembleia para discutir o tema.
  • É preciso analisar se a situação põe em risco o sossego, a saúde ou a segurança dos moradores.
  • É preciso ter paciência com a convivência em grupo. Entrar com uma ação nessas circunstâncias pode ser entendido como um ato de vingança e a chance de perder na Justiça é grande.
  • Aumento da circulação de pessoas e maior consumo de água e energia elétrica, por exemplo, são problemas gerados pelo uso comercial do imóvel. Síndico precisa atuar como um juiz para mediar os conflitos nessa situação.
  • Se prédio passar por reforma e aparelho estiver fora dos padrões, morador vai precisar arcar com despesas para se adequar às normas.
  • Casos de roubos se tornaram pontuais por conta dos investimentos na segurança particular. No entanto, o poder público nas cidades brasileiras não tem conseguido desenvolver políticas para conter a escalada de criminalidade.
  • A legislação e a falta de dinamismo entre os condôminos torna qualquer mudança de função de um local ainda mais difícil. Pequenas adaptações e obras simples podem ser decidias em assembleia e não por unanimidade.
  • Mesmo contratos de gaveta exigem que os compradores tenham atenção para não herdarem dívidas de outros proprietários. Contas muito antigas, no entanto, não podem ser cobradas do novo morador.
  • Por lei, todo condomínio precisa ter um sindico. Não dá para eliminar essa figura. No entanto, nada impede que eles criem um grupo gestor para trabalhar junto com o síndico.
  • É preciso ter bom senso. Bandeiras de partidos políticos e de clubes de futebol podem desfigurar a fachada do edifício. No entanto, é necessário ter tolerância em dias especiais para a política ou durante as rodadas dos campeonatos.
  • Em caso de problemas por conta das intervenções de apartamento ou casas ao lado, um laudo técnico evita litígio. Registros fotográficos e seguros também ajudam a manter a confiança nessa relação.
  • A cada mês de atraso, o comprador tem direito de receber indenização, como o valor equivalente a um aluguel, por exemplo. Caso negociação não seja amigável, o proprietário pode até processar a construtora por dano moral. O ideal é evitar ação judicial, mas é causa ganha. O importante é não desistir do imóvel. Cumpra sua parte do contrato.
  • Brigas para ocupar o cargo nos edifícios têm se acirrado, com situação e oposição usando até cartas anônimas. Artifício não favorece o diálogo, já que o interlocutor não divulga nem ao menos a sua identidade.
  • Geralmente, as revendedoras oferecem duas ou três opções de local para instalação dos geradores e os condomínios acabam optando pelo mais barato. O problema é que o aparelho é barulhento e pode acabar causando transtornos aos moradores. Nesses casos, o ideal é que seja construída uma 'casinhas' de isolamento acústico em torno do gerador ou janelas antirruído nos apartamentos mais baixos.
  • A melhor alternativa para resolver problemas com os vizinhos é apostar no diálogo. No entanto, nem sempre existe a vontade de ajudar. Há um tipo de medida judicial, chamada de ação de obrigação de fazer, que força essa cooperação.
  • Atrasar a taxa não tira o direito do proprietário. Por isso, não se pode impedir o dono de imóvel de alugá-lo por ele estar com o condomínio atrasado. Além disso, medida é um tiro no pé. Quando alguém aluga um apartamento, pode criar condições para que o proprietário quite os débitos.
  • É preciso verificar se a administradora que faliu levou junto o dinheiro do condomínio. No mínimo, o síndico precisa ouvir a opinião dos conselheiros, analisar pelo menos três orçamentos e marcar uma assembleia para ratificar a contratação de uma nova empresa.
  • Condomínio Legal esclarece que ela não pode ser impedida de participar ou de assinar a lista de presença, já que é proprietária de um imóvel e tem o direito de saber o que se passa no edifício. No entanto, a moradora realmente não pode votar. Quem a impede corre o risco de torná-la uma credora, porque ela pode entrar com uma ação indenizatória e ganhar.
  • Apesar de a convenção determinar que o valor não pode ultrapassar dois salários mínimos, o síndico passou o próprio honorário para quatro salários mínimos. Para dar uma aparente legalidade ao ato, ele registrou a ata no Cartório de Notas. Isso é correto? Marcio Rachkorsky esclarece que este tipo documento precisa ser registrado no Cartório de Registro de Títulos de Documentos. E completa: o síndico só pode aumentar a própria remuneração se houver uma pauta específica sobre este assunto na assembleia do condomínio. Se ele tiver reajustado o valor sem o tema estar na pauta, o aumento não é válido e terá de ser rediscutido.
  • Casos de moradores que querem assediar funcionários são recorrentes e o síndico precisa ser rigoroso. O condomínio precisa apoiar e ficar do lado da vítima.
  • Se o prédio votou regra contra música alta em ambientes abertos, medida é legal. Num domingo de festa com música alta, só a família que dá a festa se diverte. Os outros moradores não aproveitam nada.

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